Banca de DEFESA: ERICA ALINE DA SILVA
2026-04-09 13:59:40.298
Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ERICA ALINE DA SILVA
DATA: 27/04/2026
HORA: 09:00
TÍTULO: EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA EM LÍNGUA INGLESA NA INFÂNCIA: Uma etnografia com um aluno autista
PALAVRAS-CHAVES: Linguística Aplicada; Educação Linguística Crítica; Língua Inglesa; Etnografia; Autismo.
PÁGINAS: 227
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Lingüística
SUBÁREA: Lingüística Aplicada
RESUMO: A presente pesquisa, de abordagem qualitativa e orientação etnográfica, insere-se na área da Linguística Aplicada e no campo da Educação Linguística. Seu objetivo geral é conhecer elementos constituintes que levem a uma Educação Linguística Crítica no contexto de Língua Inglesa na Infância. Para alcançar tal finalidade, estabeleceram-se dois objetivos específicos: (i) Identificar elementos que promovam uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva docente; e (ii) Identificar elementos que promovam uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva familiar. As perguntas orientadoras desta pesquisa são: 1-Quais elementos promovem uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva docente?; 2- Quais elementos promovem uma Educação Linguística Crítica pela perspectiva familiar?. A fundamentação teórica apoia-se em estudos de pesquisadores e pesquisadoras da Linguística Aplicada Crítica, como Pennycook (2001) e Moita Lopes (2006), bem como de autoras e autores da Educação Linguística Crítica, tais como Ferraz (2018), Merlo (2018), Ferreira (2021), Malta (2019, 2021), Tonelli (2020, 2022, 2023), Jacomini (2024), Egido (2022, 2024), Todd (2014, 2016) entre outros. Para atingir os objetivos propostos, desenvolveu-se a investigação a partir dos procedimentos metodológicos da Análise Paradigmática e Sintagmática, conforme delineada por Reis (2015, 2018) e Capellini-Petreche (2020). Dentre os resultados das análises, identificou-se que aspectos da Educação Linguística Crítica pautados na afetividade podem contribuir para o rompimento de barreiras frequentemente enfrentadas por alunos com TEA no processo de aprendizagem da Língua Inglesa, as quais são atravessadas pelas particularidades próprias do desenvolvimento da criança. A pesquisa evidenciou que uma Educação Linguística Crítica sustentada pela alteridade, subjetividade e sensibilidade pode transformar as formas pelas quais os sujeitos exercem suas agências, constroem percepções sobre si e sobre o outro, favorecendo o fortalecimento das subjetividades e o desenvolvimento da alteridade no contexto da sala de aula. Dessa maneira, esta pesquisa indica que há esperança e possibilidade de trazer cores à Educação Linguística Crítica, contribuindo para a construção de sentidos mais humanos, sensíveis e inclusivos para a linguagem.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 102.701.449-60 - ALEX ALVES EGIDO
Externo ao Programa - 3440450 - JAQUELENE MENDES DA SILVA
Externo à Instituição - CLÁUDIA JOTTO KAWACHI FURLAN - UFES
Co-orientador - 879.586.949-20 - JULIANA REICHERT ASSUNÇÃO TONELLI