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Banca de QUALIFICAÇÃO: DAIANNE SANTOS DE SOUZA

2025-11-21 01:17:35.299

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DAIANNE SANTOS DE SOUZA
DATA: 21/11/2025
HORA: 09:00
LOCAL: Unidade Bom Jesus, Sala de Videoconferência
TÍTULO: TENDÊNCIA TEMPORAL DA MORTALIDADE POR ANOMALIAS CONGÊNITAS PRIORITÁRIAS ENTRE CRIANÇAS MENORES DE 5 ANOS NO BRASIL E REGIÕES
PALAVRAS-CHAVES: Anormalidades Congênitas; Registros de Mortalidade; Distribuição Temporal.
PÁGINAS: 37
GRANDE ÁREA: Multidisciplinar
ÁREA: Interdisciplinar
SUBÁREA: Saúde e Biológicas
RESUMO: Introdução: As Anomalias Congênitas impactam negativamente na morbidade e sobrevida dos indivíduos acometidos, refletindo como um problema de saúde pública global. As anomalias congênitas prioritárias constituem um grupo reconhecido nacionalmente pelo Ministério da Saúde por apresentarem facilidade de identificação e possibilidade de intervenção no âmbito do Sistema Único de Saúde. Objetivo: Analisar a tendência temporal da mortalidade das AC prioritárias entre crianças menores de 5 anos no Brasil de 2013 a 2022. Metodologia: Estudo ecológico de série temporal utilizando dados de 2013 a 2022, de óbitos de crianças menores de 5 anos por anomalias congênitas prioritárias no Brasil e regiões. Para a análise da tendência foi adotado o método de regressão linear proposto por PraisWinsten. Resultado: A mortalidade por anomalias congênitas prioritárias no Brasil entre 2013 e 2022, concentrou-se em crianças do sexo masculino e menores de um ano. As cardiopatias congênitas representaram a principal causa, seguidas por defeitos de tubo neural e de parede abdominal. Embora a tendência nacional para o período tenha se mantido estacionário, observaram-se tendências decrescentes significativas em alguns grupos, como defeitos de tubo neural, parede abdominal e síndrome de Down. Em contrapartida, cardiopatias congênitas e defeitos de membros apresentaram aumento regional. Discussão: A estabilidade da tendência temporal contrasta com a tendência decrescente observada em países como China e nações europeias, sugerindo desafios estruturais no sistema de saúde brasileiro. Persistem fragilidades no prénatal, com falhas no diagnóstico precoce e na oferta de exames essenciais, especialmente em áreas de vulnerabilidade socioeconômica. Conclusões: Os resultados sugerem a necessidade de aprimoramento de ações voltadas à prevenção, diagnóstico precoce e manejo clínico das AC prioritárias, além do fortalecimento fortalecer políticas regionais voltadas à ampliação da cobertura e da qualidade do pré-natal.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1905982 - ISMALIA CASSANDRA COSTA MAIA DIAS
Externo à Instituição - LAVINIA SCHULER FACCINI - UFRGS
Interno - 2278498 - MARCELINO SANTOS NETO

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