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Banca de DEFESA: ANDRESSA LIMA CASTRO BEZERRA

2026-03-09 13:25:08.761

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDRESSA LIMA CASTRO BEZERRA
DATA: 13/03/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 02 do Prédio de Pos-Garduação do CCBS
TÍTULO: PAPILOMATOSE RESPIRATÓRIA RECORRENTE EM ADULTOS – UMA REVISÃO DE ESCOPO
PALAVRAS-CHAVES: Papilomatose respiratória recorrente; papiloma laríngeo; HPV6; HPV11; AoRRP.
PÁGINAS: 92
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
RESUMO: Introdução: A papilomatose respiratória recorrente (PRR) é uma condição rara e crônica caracterizada pelo crescimento de lesões papilomatosas benignas no trato respiratório, geralmente associadas aos genótipos 6 e 11 do papilomavírus humano (HPV). A forma adulta (AoPRR) apresenta curso clínico mais brando que a forma juvenil (JoPRR), porém com recorrência significativa e impacto funcional importante. Objetivo: identificar e mapear as evidências científicas sobre a AoPRR, abordando aspectos epidemiológicos, clínicos, diagnósticos e terapêuticos. Metodologia: A metodologia seguiu as diretrizes do Joanna Briggs Institute (JBI) e foi relatada conforme a extensão Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses for Scoping Reviews (PRISMA-ScR). As buscas foram realizadas no período de julho a setembro de 2025, as bases PubMed/MEDLINE, Embase, Scopus, Web of Science, Cochrane Library, LILACS, ProQuest e Google Scholar, totalizando 2,079 registros. O processo incluiu triagem em duas etapas e extração padronizada dos dados. Resultados: Foram incluídos estudos predominantemente observacionais, majoritariamente conduzidos em centros terciários, com amostras pequenas a moderadas. A AoPRR mostrou-se uma condição rara, com predomínio do sexo masculino e maior ocorrência em adultos jovens. Clinicamente, a doença caracteriza-se por recorrência frequente, necessidade de múltiplas intervenções cirúrgicas e impacto relevante na qualidade de vida. O manejo terapêutico baseia-se principalmente na ressecção cirúrgica, associada a terapias adjuvantes, como bevacizumabe e cidofovir, embora a evidência comparativa ainda seja limitada e heterogênea. Conclusão: A literatura sobre a AoPRR permanece fragmentada, com lacunas importantes quanto à epidemiologia populacional, padronização diagnóstica e avaliação da efetividade terapêutica. Os achados reforçam a necessidade de estudos multicêntricos, delineamentos mais robustos e estratégias de manejo integradas, visando qualificar o cuidado clínico e subsidiar políticas de saúde para essa condição rara.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2065143 - FLAVIA CASTELLO BRANCO VIDAL CABRAL
Externo ao Programa - 2223018 - LUCELE GONCALVES LIMA ARAUJO
Interno - 1556448 - MARCELO SOUZA DE ANDRADE
Co-orientador - 2065657 - MELAINE MONT ALVERNE LAWALL SILVA
Interno - 1780352 - SALLY CRISTINA MOUTINHO MONTEIRO
Interno - 3885977 - VANDILSON PINHEIRO RODRIGUES

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