Ir para acessibilidade
inicio do conteúdo

Banca de DEFESA: BRENDA CARDOSO DE SOUSA

2025-02-12 10:42:04.593

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BRENDA CARDOSO DE SOUSA
DATA: 13/02/2025
HORA: 09:00
LOCAL: https://meet.google.com/fjn-znxo-ckr?hs=224
TÍTULO: FENOMENOLOGIA DA ESCUTA DO RELATO DA VIVÊNCIA DE SUJEITOS QUE USAM DROGAS
PALAVRAS-CHAVES: Uso de drogas; Fenomenologia husserliana; Psicologia; Vivências.
PÁGINAS: 112
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Psicologia
RESUMO: O presente estudo teve como objetivo geral realizar uma fenomenologia da escuta do relato de vivências de sujeitos que usam drogas e, especificamente, descrever os fenômenos vivenciados na relação sujeito-droga, identificar eideticamente o sentido que o sujeito atribui a sua relação com as drogas e por fim, realizar uma redução transcendental dos relatos escutados. O caminho metodológico elegido foi uma pesquisa qualitativa, empírica, não-experimental e de orientação fenomenológica husserliana. Como fundamentos fenomenológicos que guiaram a execução método, estão a intencionalidade, a redução fenomenológica, a intersubjetividade, a empatia, a temporalidade, a corporeidade e a análise intencional das vivências. Esta pesquisa foi realizada no Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas (CAPS ad) municipal, na cidade de São Luís do Maranhão. Participaram 14 (quatorze) sujeitos que estavam em tratamento no CAPS ad. Como instrumento, utilizou-se uma entrevista aberta, com uma pergunta disparadora. As entrevistas foram analisadas a partir do método fenomenológico husserliano, a saber, a redução fenomenológica, eidética e transcendental. Realizou-se uma análise intencional dos relatos das vivências dos participantes evidenciando como as essências que emergiram do mundo da vida destes, o uso de drogas acontece como meio para lidar com conflitos familiares, relacionamentos e problemas cotidianos. Outra essência contida nos relatos é o entendimento do uso de drogas como um relacionamento, e que após perceberem os prejuízos, os sujeitos buscaram pôr fim nessa relação. A noção da corporeidade também apareceu como essência, no uso e no pós-uso de drogas e em como os sujeitos se percebem no mundo. Dessa forma, concluiu-se que mesmo com as variações em conteúdo nos relatos, todas as experiências convergiram para o mesmo núcleo comum, de um mundo da vida marcado pelo uso de drogas.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2079724 - JEAN MARLOS PINHEIRO BORBA
Interno - 1356212 - CARLOS SANTOS LEAL
Interno - 2152144 - LUCAS GUIMARAES CARDOSO DE SA
Externo à Instituição - GUILHERME PERES MESSAS - FCMSCSP
Externo à Instituição - ACHILLES GONÇALVES COELHO JÚNIOR - UNIMONTES
Externo à Instituição - RAFAEL BASTOS FERREIRA - UFPA
Externo à Instituição - VALERIA CHRISTINE ALBUQUERQUE DE SA MATOS - HU-UFMA

fim do conteúdo