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Banca de QUALIFICAÇÃO: MONICA DE SOUSA OLIVEIRA

2024-09-27 17:44:35.0

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MONICA DE SOUSA OLIVEIRA
DATA: 08/10/2024
HORA: 15:00
TÍTULO: A LEI 11.645/2008 E A REPRESENTAÇÃO IMÁGETICA DOS INDÍGENAS NO LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA: POR UMA LEITURA DECOLONIAL.
PALAVRAS-CHAVES: Ensino de História; Lei 11.645/2008; Livro didático; História Indígena; Iconografias; Interculturalidade; Decolonialidade.
PÁGINAS: 53
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO: Compreendemos que a aprovação da Lei 11.645/2008 que trata sobre a inclusão no currículo escolar de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro- Brasileira e Indígena” um marco para um ensino mais plural e democrático. Isso implica analisarmos se a lei está sendo abordada também nos livros didáticos. Nesse sentido, a presente pesquisa visa problematizar e analisar o lugar dos indígenas no livro didático de História através das imagens. O intuito da pesquisa é realizar uma problematização acerca da leitura visual no ensino de História, através de imagens (ilustrações, fotografias, pinturas, etc.) que encontramos nas páginas do livro didático com relação a representatividade dos indígenas. O que está sendo contado através destas imagens? Qual o lugar dos indígenas no livro didático de História? Nosso corpus de análise será a coleção do 6º ao 9º ano do ensino fundamental – História.doc de Ronaldo Vainfas. Esta coleção foi escolhida de acordo com o Plano Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para os anos de 2024-2027. Estaremos em diálogo com a perspectiva da pedagogia decolonial, com o intuito de superar os discursos imagéticos que estejam abordando os indígenas de forma atrasada, estereotipada, com narrativas eurocêntricas e ligadas ao imaginário positivista do “bom selvagem”. Para as discussões teóricas da pesquisa estaremos em diálogo com o conceito de consciência histórica e aprendizagem histórica de Jörn Rüsen. Quanto ao debate do livro didático pontuo Circe Bittencourt (2009), Alan Chopan (2004), Tourinho Junior (2015) e Maria Auxiliadora Schmidt (2004). No campo da discussão da imagem, destaco os autores Santaella (2012), Circe Bittencourt (1997), Eduardo França Paiva (2006), Heloisa Capel (2023), Pesavento (2008) e Aumont Jacques (1993). No campo das discussões decoloniais da interculturalidade pontuo o trabalho da Vera Maria Ferrão Candau (2020), Catherine Walsh (2018). Por fim, estaremos elaborando um roteiro de oficinas como ferramenta didático-pedagógica orientadora para professores sobre a leitura de imagens, com o objetivo de desenvolver uma leitura crítica das imagens. Sensibilizando os estudantes para a diversidade cultural dos povos indígenas e estimulando a construção de um olhar decolonial.
MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - HELOÍSA SELMA FERNANDES CAPEL - UFG
Interno - 2091312 - MARIZE HELENA DE CAMPOS
Presidente - 407506 - TELMA BONIFACIO DOS SANTOS REINALDO

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