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Banca de DEFESA: LIVIA CRISTINA SOUSA

2026-10-14 08:25:48.408

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LIVIA CRISTINA SOUSA
DATA: 16/10/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 01 do PPGCS - CCBS (SESSÃO PÚBLICA)
TÍTULO: COINFECÇÃO LEISHMANIOSE VISCERAL/HIV E OS DETERMINANTES SOCIAIS DE SAÚDE NO MARANHÃO: UMA ANÁLISE TEMPORAL E ESPACIAL NO PERÍODO DE 2007 A 2022
PALAVRAS-CHAVES: Leishmânia. Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Indicadores Sociais. Áreas de risco. Estudo ecológico.
PÁGINAS: 71
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO: A coinfecção por leishmaniose visceral (LV) e HIV representa um desafio para saúde pública. Tendo em vista que a LV e o HIV são doenças que atingem o sistema imunológico, as manifestações clínicas se agravam em estágio de imunodepressão, são fortemente influenciadas por condições de vulnerabilidade, tornando-se imprescindíveis o entendimento e controle dessas doenças em países e regiões pouco desenvolvidos.Trata-se de um estudo ecológico-analítico, cujo objetivo é analisar a distribuição espaço-temporal da coinfecção leishmaniose visceral LV/HIV e sua relação com os indicadores sociais e de saúde no estado do Maranhão (2007-2022). Pesquisa de dados secundários, totalizando 626 casos no período. A incidência foi calculada por município; a associação entre coinfecção e os indicadores sociais e de saúde foi avaliada por regressão binominal negativa inflada de zeros. A dependência espacial foi examinada pelas técnicas de varreduras e pelos índices de Moran global e local univariado. Foram identificados padrões de autocorrelação espacial e áreas de maior risco epidemiológico. Os resultados mostraram uma distribuição espacial heterogênea, com áreas de alto risco concentradas nas regiões geográficas intermediárias de Caxias, São Luís, Imperatriz e Santa Inês-Bacabal, e áreas de baixo risco principalmente em Santa Inês-Bacabal e São Luís. A dinâmica da coinfecção LV/HIV sugere que a cobertura de Agentes Comunitários de Saúde ajuda a reduzir discretamente à ocorrência real de casos no território. O acesso à água funciona como um indicador de infraestrutura urbana. Municípios com piores índices de saneamento básico têm maior chance de subnotificação devido às barreiras no sistema de saúde. Os resultados encontrados sinalizaram territórios prioritários para políticas públicas, destacando a necessidade de estratégias territorializadas para redução das iniquidades no enfrentamento da coinfecção no estado do Maranhão.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - ANA LÚCIA ABREU SILVA - UEMA
Externo à Instituição - KLAISY CHRISTINA PETTAN-BREWER - UW
Externo ao Programa - MARCELO SOUZA DE ANDRADE
Externo à Instituição - MARIANGELA CARNEIRO - UFMG
Interno - PAULO VITOR SOEIRO PEREIRA

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