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Descrição |
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ANGELICA GOMES SILVA
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EFEITO DE UMA SESSÃO AGUDA DE EXERCÍCIO FÍSICO AERÓBIO E RESISTIDO SOB OS
NÍVEIS PLASMÁTICOS DE MARCADORES HORMONAIS
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Data : 27/11/2025
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Objetivo: O objetivo deste trabalho foi investigar o efeito de uma sessão aguda
de exercício físico aeróbio e resistido sob os níveis plasmáticos de leptina e
insulina em pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) em tratamento
conservador. Materiais e Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado
crossover com 18 pacientes com doença renal crônica em tratamento
conservador (4060 anos), realizado no Centro de Prevenção de Doenças
Renais (HU-UFMA). Cada participante realizou três sessões: controle (sem
exercício), exercício aeróbio e resistido, atuando como seu próprio controle. O
estudo foi aprovado pelo comitê de ética da UEMA; e todos os voluntários
consentiram em participar. A composição corporal e os níveis séricos de leptina
e insulina foram avaliados por bioimpedância tetrapolar e ELISA,
respectivamente. O exercício aeróbio foi realizado em cicloergômetro (27 min,
5080 W, Borg 714) e o resistido incluiu oito exercícios, duas séries de 10
repetições a 6070% da carga submáxima. A análise estatística foi conduzida
no software JAMOVI (v.2.6.44), com nível de significância de 5%, aplicando
testes de normalidade, ANOVA para medidas repetidas e cálculo do tamanho do
efeito (D de Cohen). Resultados: As sessões agudas de exercício aeróbio e
resistido não promoveram alterações significativas nos níveis séricos de insulina
e leptina. Apenas a comparação dos valores séricos de insulina entre os
momentos basal e após treinamento de força apresentou-se estatisticamente
significativo (p = 0,0268), com grande tamanho de efeito. A insulina
correlacionou-se positivamente com peso (r = 0,288), altura (r = 0,376), massa
magra (r = 0,316) e água extracelular (r = 0,316), enquanto a leptina apresentou
correlação positiva com o IMC (r = 0,402) e negativa com a altura (r = - 0,393).
Conclusão: Conclui-se que uma sessão de exercício aeróbio ou resistido não
altera significativamente os parâmetros hormonais ou corporais em pacientes
com Doença Renal Crônica, possivelmente devido à baixa intensidade do
exercício e ao pequeno tamanho amostral.
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LUCAS MIQUEIAS SILVA ABREU
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EFEITOS DO TREINAMENTO MULTICOMPONENTE SOBRE O ESTADO MENTAL, MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA E FORÇA DE PREENSÃO MANUAL EM MULHERES IDOSAS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
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Data : 18/11/2025
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Objetivo: Analisar os efeitos de um protocolo de treinamento físico multicomponente
sobre variáveis de risco cardiovascular, saúde mental, composição corporal e
modulação autonômica cardíaca em mulheres idosas hipertensas. Métodos: Foi
realizada uma sequência de anamnese, questionário internacional de atividade física,
inventários de ansiedade e depressão de Beck, índice de qualidade do sono de Pittsburgh, teste
de força de preensão palmar, medidas de pressão arterial, coleta de bioimpedância e
Variabilidade da frequência cardíaca. A investigação foi conduzida em duas frentes: 1)
Um ensaio clínico randomizado que submeteu idosas hipertensas a um protocolo de
treinamento multimodal (exercícios de força, aeróbios e flexibilidade) por 8 semanas (16
sessões), comparando-as com um grupo controle. Para análise estatística foi realizada uma
ANOVA two way e teste exato de Fisher; 2) Um estudo transversal que comparou idosas
hipertensas praticantes regulares de exercício físico com não praticantes. Foram avaliados:
pressão arterial, composição corporal (bioimpedância), força de preensão manual, variabilidade
da frequência cardíaca (VFC), índice de estresse de Baevsky, qualidade do sono (IQSP),
ansiedade (IAB) e depressão (IDB). Para análise estatística foram usados o teste T de Student,
teste U de Man-Whitney, teste exato de Fisher e teste de correlação de Pearson.
Resultados: No ensaio clínico, o grupo submetido ao treinamento multicomponente
apresentou melhorias significativas em comparação ao grupo controle, incluindo:
Níveis de ansiedade, qualidade do sono, aumento da massa livre de gordura, massa
muscular esquelética, força de preensão manual e gasto energético basal; redução do
percentual de gordura corporal e dos escores de ansiedade; e melhora na modulação
autonômica cardíaca, refletida pelo aumento do SDNN, RMSSD, SD1 e SD2 da VFC
e redução da frequência cardíaca de repouso. O estudo transversal corroborou esses
achados, demonstrando que as praticantes regulares de exercício possuíam melhor
composição corporal, maior força, menor ansiedade e depressão, melhor qualidade
do sono e menor índice de estresse cardiovascular. Conclusão: O treinamento físico
multicomponente mostrou-se uma intervenção eficaz para atenuar múltiplos fatores
de risco cardiovascular em idosas hipertensas. Os benefícios observados abrangem
desde adaptações fisiológicas diretas, como a melhora da modulação autonômica
cardíaca e da composição corporal, até melhorias na saúde mental e na qualidade do
sono. Os resultados reforçam a importância da prescrição de exercícios
multicomponente como parte integrante do manejo da hipertensão nessa população,
podendo ser implementado em programas de saúde pública. Recomenda-se a
realização de estudos de longo prazo para avaliar a persistência dos benefícios e o
impacto sobre desfechos clínicos.
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EVALDO DOS SANTOS FROTA FILHO
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AVALIAÇÃO DA FORÇA DOS MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES, NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSAS PRATICANTE DE ATIVIDADE FÍSICA
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Data : 29/08/2025
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Introdução: O processo de envelhecimento acarreta na perda da força, o que pode contribuir para redução da qualidade de vida. Contudo idosos que praticam atividade física podem amenizar esse processo favorecendo a qualidade de vida.
Objetivo: Avaliar a força dos membros superiores e inferiores, nível de atividade física e qualidade de vida de idosos praticante de atividade física.
Materiais e Métodos Trata-se de um estudo transversal de análise descritiva em 55 idosos de ambos os gêneros. Houve avaliação da força e aplicações dos questionários de nível de atividade física e qualidade de vida. Participarão deste estudo idosos com idade igual ou superior de 60 anos de ambos os gêneros. Avaliação da força dos membros superiores foi por meio da dinamometria manual; avaliação da força dos membros inferiores com o teste de sentar e levantar. Aplicação dos questionários IPAQ e SF-36, respectivamente.
Resultados: Foram avaliados 55 idosos (de ambos os gêneros), com idades entre 62 e 92, range de 30 anos. A avaliação da força de preensão palmar revelou um intervalo de 19,32 e 26 kgf. A força dos membros inferiores apresentou média mínima de 12,5 e máxima de 20,89 Repetições. Os idosos foram classificados com alto nível de atividade física = 27 (49,1%) e moderado nível de atividade física = 28 (50,9). O SF-36 revelou os domínios com os escores mais altos (melhor percepção de saúde), sendo estes: Limitação por Aspectos Físicos (97.7) e Limitação por Aspectos Emocionais (96.4), indicando que os respondentes, em média, sentem poucas limitações nas suas atividades devido a problemas físicos ou emocionais. O domínio com o escore mais baixo foi Vitalidade (63.5), sugerindo níveis moderados de energia e cansaço. A Saúde Mental média (74.5) também aponta para algum nível de estresse ou desânimo na amostra.
Conclusão: Os idosos praticantes de atividade física apresentaram níveis insatisfatórios de força muscular em membros superiores e inferiores, dado os valores de referência para a faixa etária. O alto nível de atividade física observado (predominantemente moderado). Os resultados da qualidade de vida, com escores elevados na maioria dos domínios, especialmente no aspecto físicos e limitação por aspecto emocionais, sugerem que a prática regular de exercícios contribui positivamente para o bem-estar biopsicossocial do idoso.
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MILLENA DE MIKELY PEREIRA BRITO
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Efeitos de um Programa de Exercícios nos Parâmetros Clínicos de Pacientes com
Doença Renal Crônica: Um Ensaio Clínico Randomizado
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Data : 27/08/2025
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Introdução: A Doença Renal Crônica é uma condição progressiva que compromete
progressivamente as funções dos rins, para tratá-la sugerem-se terapias que trazem
múltiplas consequências físicas e variadas complicações clínicas, impactando sua
qualidade de vida do paciente. Nessa perspectiva, estratégias não farmacológicas,
como o exercício físico, têm sido apontadas como intervenções promissoras para
promover melhorias na saúde geral, além de potencializar o desfecho do tratamento.
Objetivo: Analisar o impacto do exercício intradialítico nas variáveis clínicas e
prognóstico da doença renal crônica de pacientes em tratamento de substituição renal.
Materiais e Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado, centro único, com
dois grupos (controle e intervenção), com avaliação das variáveis de composição
corporal, força muscular, Kt/V, creatinina e clearance, anteriormente e após um
programa de treinamento combinado com duração de 10 semanas, compreendendo
2 semanas de adaptação e 8 de exercício. Resultados: Este estudo conclui que a
prática de exercícios físicos combinados durante a diálise não promove melhorias
estatisticamente significantes na eficiência dialítica, IMC, composição corporal, força
de preensão palmar ou marcadores específicos da doença renal em um curto período.
Conclusão: Apesar dos resultados encontrados e das limitações observadas, reforça-
se a importância de programas supervisionados de exercícios, recomendando-se a
ampliação do tempo de estudo, o aumento da amostra e a exploração de diferentes
protocolos para compreender melhor os efeitos de longo prazo e possíveis melhorias
em variáveis clínicas, funcionais e na qualidade de vida de doentes renais crônicos.
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KARINA HELLEN DE SOUZA DE OLIVEIRA
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AVALIAÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR EM INDIVÍDUOS HIPERTENSOS ASSOCIADO AO ESTILO DE VIDA
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Data : 29/07/2025
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As doenças cardiovasculares representam a principal causa de mortalidade no Brasil, estando fortemente associadas à hipertensão arterial e ao sedentarismo. Diante disso, o presente estudo teve como principal objetivo analisar o risco cardiovascular em indivíduos hipertensos, associado ao estilo de vida. A pesquisa foi conduzida por meio de um delineamento transversal, com 59 participantes hipertensos, alocados em três grupos seguindo o nível de atividade física: ativos (AT), irregularmente ativos (IA) e sedentários (SDT), conforme classificação do Questionário Internacional de Atividade Física. As análises incluíram avaliação da variabilidade da frequência cardíaca, parâmetros bioquímicos, qualidade do sono, sintomas de ansiedade e depressão, risco cardiovascular estimado pelo escore de Framingham e função renal estimada pela taxa de filtração glomerular. Os principais achados demonstraram que indivíduos fisicamente ativos apresentaram maior modulação parassimpática (p = 0,027), enquanto os sedentários demonstraram predominância simpática (p = 0,022) e maior razão LF/HF (p = 0,025), sugerindo desequilíbrio do balanço simpato-vagal. Verificou-se ainda correlação entre níveis elevados de atividade física e menor desequilíbrio autonômico (rs = -0,327; p = 0,011), além de relações entre o índice de estresse cardíaco e o risco cardiovascular (rs = 0,294; p = 0,023), níveis de ansiedade (rs = 0,258; p = 0,048), colesterol total e função renal (r = -0,260; p = 0,046). As demais variáveis não apresentaram diferenças estatisticamente significativas. Portanto, indivíduos hipertensos fisicamente ativos apresentaram modulação autonômica mais favorável e, consequentemente, menor risco cardiovascular.
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JELIEL FERREIRA DOS SANTOS
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Análise da comparação entre atividade física, níveis de ansiedade e depressão e função autonômica em responsáveis de crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista -TEA
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Data : 22/07/2025
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Objetivo: Identificar o efeito da prática de atividade física nos níveis de estresse
cardíaco, ansiedade e depressão em pais ou responsáveis de crianças e adolescentes
com transtorno do espectro autista (TEA). Material e Métodos: O presente estudo
caracteriza-se como uma pesquisa de natureza descritiva, com características
qualitativas e quantitativas, tal pesquisa se dispõe a investigar os efeitos da atividade
física nos níveis de ansiedade e depressão em pais ou responsáveis de crianças e
adolescentes com TEA, de uma ONG em São Luís - MA. Será avaliado em uma
amostra de 70 pais ou responsáveis de crianças e adolescentes da faixa etária de 1 a
18 anos. Os dados serão obtidos por meio de um formulário contendo três
instrumentos: O teste Beck Anxiety Products on Hand (BAI), sendo um inventário de
auto relato de 21 perguntas e múltiplas escolhas sobre vários sintomas ansiosos para
avaliar o nível de ansiedade em quatro categorias ansiedade mínima, leve,
moderado e grave; o teste Beck Depression Inventory (BDI), sendo um inventário de
auto relato de 21 perguntas e múltiplas escolhas sobre vários sintomas depressivos
para avaliar o nível de depressão quatro categorias: depressão leve, moderada, grave
e severa; e pelo Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ - versão curta)
contendo 8 questões abertas, sendo duas questões sobre o tempo sentada no final
de semana e durante uma semana normal e duas questões para cada um dos tipos
de atividade com intensidade moderada, vigorosa e caminhada com duração de pelo
menos 10 minutos para avaliar o nível de atividade física, classificando o indivíduo
entre muito ativo, ativo ou irregularmente ativo. Também será avaliado a atividade
elétrica do coração, por meio de um eletrocardiograma para avaliar possíveis
correlações entre os estados emocionais, pratica das atividades físicas e a atividade
elétrica do coração, da mesma forma será avaliado a bioimpedância para analisar a
composição corporal, o volume e o estado nutricional dos pais ou responsáveis.
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DANIEL SANTOS ROCHA
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QUESTIONÁRIO DE ATIVIDADE FÍSICA HABITUAL DE BAECKE COM 14 ITENS (BHPAQ-14): VALIDADE DE CONSTRUTO, VALIDADE ESTRUTURAL, CONFIABILIDADE E CONSISTÊNCIA INTERNA PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
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Data : 10/07/2025
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Introdução: Estudo prévio identificou uma estrutura interna mais adequada para o Questionário de Atividade Física Habitual de Baecke com 14 itens (BHPAQ-14) em comparação com a versão original. Objetivo: analisar as propriedades de medida da versão brasileira do BHPAQ-14. Métodos: O estudo envolveu indivíduos saudáveis de ambos os sexos, fisicamente ativos ou inativos, cuja língua nativa é o português brasileiro e com idade igual ou superior a 18 anos. A validade da estrutura interna foi avaliada por meio de análise fatorial confirmatória (CFA) e considerou os seguintes índices de ajuste do modelo: Comparative Fit Index (CFI) e Tucker-Lewis Index (TLI) > 0,90; Root Mean Square Error of Approximation (RMSEA) e Standardized Root Mean Square Residual (SRMR) < 0,08 e qui-quadrado/graus de liberdade (GL). A confiabilidade foi analisada utilizando um modelo de teste-reteste, com apresentação do coeficiente de correlação intraclasse (CCI), o erro padrão de medição (EPM) e a mudança mínima detectável (MMD). A consistência interna foi avaliada com o alfa de Cronbach. Para a validade de construto, foi testada a hipótese de que o BHPAQ-14 pode diferenciar diferentes níveis de atividade física ocupação com base na versão curta do Questionário Internacional de Atividade Física (SF-IPAQ), utilizando o teste Kruskal-Wallis com pós-teste de Dunn. A curva ROC (Receiver Operating Characteristic) também foi empregada para avaliar a capacidade de cada domínio de discriminar entre ativos e sedentários com base na classificação do SF-IPAQ. Resultados: A amostra consistiu em 246 participantes. A estrutura interna apresentou índices de ajuste adequados (CFI = 0,952, TLI =0,94 RMSEA = 0,072, SRMR = 0,075 e Qui-quadrado/GL = 2,27). A confiabilidade teste-reteste foi satisfatória (0,92), esporte (0,91), e lazer (0,78). A consistência interna foi adequada para dois dos três domínios (ocupacional, alfa de Cronbach de 0,81 ; esporte, com alfa de Cronbach de 0,75). O domínio esporte (ponto de corte > 2,8) mostrou moderada capacidade de distinguir entre indivíduos ativos e sedentários. Conclusões: O BHPAQ-14 é uma ferramenta confiável e válida para avaliar a atividade física nos últimos 12 meses. Seu domínio esporte distingue com precisão moderada indivíduos sedentários de ativos, especialmente em termos de especificidade.
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JOYCE LUISE SABA ASSUNÇÃO
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VALIDAÇÃO DA ESCALA DE PENSAMENTOS CATASTRÓFICOS SOBRE DOR EM PACIENTES COM DOR
ONCOLÓGICA
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Data : 02/06/2025
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Objetivo: O objetivo do estudo foi analisar as propriedades de medida da versão
brasileira da Escala de Pensamentos Catastróficos sobre Dor (EPCD) em pacientes
com dor oncológica. Métodos: A pesquisa foi realizada no Hospital do Câncer do
Maranhão e Hospital Aldenora Bello na cidade de São Luís (Maranhão, nordeste do
Brasil). Além da EPCD, foram aplicados os seguintes instrumentos: Índice de Barthel,
Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (EHAD) e a Escala Numérica de Dor
(END). As propriedades de medida testadas foram a confiabilidade, consistência
interna, validade estrutural e validade do construto. Resultados: A amostra foi
constituída por 147 pacientes com câncer. A média de idade dos indivíduos da
pesquisa foi de ~48 anos. A maior parte da amostra foi constituída por mulheres
(65,3%), casadas (53,1%) e com o ensino básico (53,1%). Foram identificados 29
tipos diferentes de câncer, sendo os mais prevalentes o câncer de colo do útero
(27,2%) e mama (8,2%). Foi observada confiabilidade teste-reteste excelente
(coeficiente de correlação intraclasse de 0,94) a consistência interna foi considerada
aceitável (alfa de Cronbach de 0,78). O construto da EPCD é válido, sendo observada
correlação significativa e positiva entre EPCD e os domínios ansiedade (rho = 0,65, p
< 0,001) e depressão (rho = 0,60, p < 0,001) da EHAD, além de correlação significativa
e negativa com o Índice de Barthel (rho = -0,25 p = 0,002). Para a END, não
identificamos correlação significativa (rho = 0,123, p = 0,137) com a EPCD. Não houve
efeito piso ou teto, pois o escore máximo ou mínimo não foram atingidos por mais de
15% da amostra. Conclusão: A EPCD apresentou propriedades de medida
adequadas para avaliação de pensamentos catastróficos sobre dor em pacientes com
dor oncológica, constituindo-se uma ferramenta confiável e válida para avaliação
destes pacientes.
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FRANCISCO BASILIO DA SILVA JUNIOR
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Confiabilidade e Validade do Teste do Degrau de 6 minutos em indivíduos com Lombalgia Crônica Inespecífica
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Orientador : FLAVIO DE OLIVEIRA PIRES
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Data : 30/05/2025
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Objetivo: Avaliar a confiabilidade inter-examinadores e a validade do uso do Teste de Degrau de 6 Minutos (TD6M) na mensuração da incapacidade funcional (IF) de indivíduos, com lombalgia crônica inespecífica (LCI). Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo transversal de confiabilidade e validade, o cálculo amostral estimou 31 participantes por grupo: grupo Lombalgia Crônica Inespecífica (GLCI) e grupo Controle (GC). Equiparamos os grupos quanto ao sexo: 19 femininos e 12 masculinos. Foram mensuradas: massa corporal, estatura, índice de massa corporal (IMC), nível de atividade física habitual (IPAQ) a incapacidade funcional (Questionário de Incapacidade funcional de Roland-Morris - QIRM), cinesiofobia (Escala Tampa de Cinesiofobia) e a catastrofização (Escala de Pensamento Catastrófico sobre Dor). A frequência cardíaca (FC), a percepção do esforço (Escala de Borg CR10) e intensidade da dor (Escala Numérica de Avaliação de Dor - ENAD) foram mensuradas antes e após o TD6M. O TD6M foi aplicado aos grupos por 2 examinadores cegados, em um intervalo de 7 dias entre as avaliações. A confiabilidade inter-examinadores foi avaliada por meio do Coeficiente de Correlação Intraclasse (CCI) com intervalo de confiança (IC) de 95%, Erro Padrão da Medida (EPM), Diferença Mínima Detectável (DMD) e gráfico de Bland-Altman. Resultados: O TD6M apresentou excelente confiabilidade inter-examinadores, com CCI de 0,915 no GLCI e 0,973 no GC para concordância, e 0,979 (GLCI) e 0,996 (GC) para consistência. O EPM foi de 6 degraus no GLCI e 3 degraus no GC; a DMD foi de 17 degraus (GLCI) e 8 degraus (GC). O gráfico de Bland-Altman evidenciou boa concordância entre os avaliadores, com a média da diferença (mean bias) na medição do EX2 em relação ao EX1, no GLCI de 8 (7,7) degraus a mais e no GC, 4 degraus a mais. Os voluntários do GLCI apresentaram desempenho inferior no número de degraus, baixo alcance do percentual de 85% da FCmáx e semelhante percepção de esforço (Borg) em comparação com o GC, refletindo o impacto da incapacidade provocada pela LCI no desempenho do TD6M. Conclusão: O TD6M é uma ferramenta válida e confiável para mensurar a incapacidade funcional de indivíduos com LCI, pois presenta excelente confiabilidade inter-examinadores e boa concordância, distinguindo indivíduos com e sem limitação funcional.
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TAILANE CRISTINA SOUSA JANSEN
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ASSOCIAÇÃO DO POLIMORFISMO DO GENE DA ENZIMA CONVERSORA DE ANGIOTENSINA COM O PERFIL CLÍNICO, ANTROPOMÉTRICO, FORÇA, EXAMES DE IMAGEM E LABORATORIAL DE PACIENTES CARDIOPATAS
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Data : 22/05/2025
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Objetivo: Avaliar a associação entre os genótipos (DD, ID e II) do polimorfismo do gene da enzima conversora de angiotensina 1 (ECA) e o perfil clínico, antropométrico, força, exames de imagem e laboratorial de pacientes cardiopatas. Materiais e Métodos: Estudo observacional, transversal, conduzido com pacientes cardiopatas, atendidos em São Luís, Maranhão, em 2024. Foram coletados dados sóciodemográficos, comorbidades, hábitos de vida, sinais e sintomas, medidas antropométricas, força, exames de imagem e marcadores laboratoriais. Os genótipos da ECA1 foram determinados por PCR em tempo real. Resultados: Doença arterial coronariana, mais frequente no genótipo ID (90,2 %) versus II (74,2 %) e DD (63,6 %) (p=0,037). Entre as medidas antropométricas, peso, altura, IMC, cintura, quadril, circunferência do pescoço e força de preensão palmar foram similares (p>0,05), porém a circunferência da panturrilha direita que tem relação com risco para sarcopenia foi superior no DD (32,7 cm) que em ID e II (p=0,021), e a relação cintura-quadril também diferiu (0,99 vs. 0,97 e 0,94; p=0,032). Na análise de exames de imagem e laboratoriais, os marcadores apresentaram distribuição uniforme entre os genótipos, exceto o potássio sérico, menor no genótipo II (4,0 mmol/L) (p=0,046). Conclusão: O genótipo ID associa-se a maior prevalência de doença arterial coronariana e o DD a medidas de maior reserva muscular periférica e adiposidade central. O genótipo II mostrou níveis mais baixos de potássio. Estudos prospectivos, multicêntricos e com avaliação funcional da ECA são recomendados para confirmar esses achados e elucidar mecanismos subjacentes.
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LARA SUSAN SILVA GARCEZ
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IMPACTO DO EXERCÍCIO COMBINADO NA MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA EM PACIENTES PÓS-CIRURGIA CARDÍACA
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Data : 14/05/2025
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Objetivo: Avaliar o impacto do exercício físico combinado na modulação autonômica de pacientes em pós-cirurgia cardíaca. Materiais e Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado (RBR-9tfcwh4), realizado na Unidade de Terapia Intensiva Cardiológica do Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís, Maranhão, Brasil. Após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP n. 6.480.089) e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), foram incluídos pacientes de ambos os sexos, com idades entre 18 e 70 anos, no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Os pacientes foram randomizados em dois grupos: Grupo Controle (GC) que realizou fisioterapia convencional, e o Grupo Intervenção (GI), submetido ao protocolo de exercício combinado. O protocolo consistiu em 3 sessões com duração de 30 minutos (20 resistido+10 cicloergômetro, escala OMNI-RES 4-5, escala de Borg modificada 5-6 respectivante). Foram realizadas anamnese, avaliação física funcional (teste de sentar e levantar -TLS e Time Up and Go - TUG), dinamometria para mensurar a força muscular, além de exames laboratoriais sanguíneos. A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) foi analisada por meio de um eletrocardiograma (ECG), considerando os domínios do tempo e da frequência, utilizando o software Kubios versão 3.5. Após o teste de normalidade, foram utilizados os testes: t de Student e ANOVA 2 vias. Os dados foram expressos como média ± desvio padrão ou mediana (intervalo interquartil). Resultados: Foram avaliados 21 pacientes, distribuídos em dois grupos: GC (n=11) e GI (n=10), com idades variando entre 53 e 58 ± 8 anos. A amostra foi composta majoritariamente por pacientes do sexo masculino (76,2%). Observou-se uma melhora no tempo de realização do teste de TUG em ambos os grupos, além de um aumento nos níveis de fósforo após o protocolo no GI. No domínio da frequência, não foram identificadas diferenças significativas entre os grupos. No entanto, no domínio do tempo, o GC apresentou aumento do intervalo médio RR (Mean RR), enquanto nenhuma alteração foi observada no GI. Além disso, o índice triangular (RR Tri Index) evidenciou prejuízo no GC, o que não foi observado no GI. Conclusão: O protocolo de exercício combinado (3 sessões) não demonstrou melhora expressiva na modulação autonômica cardíaca. No entanto, também não resultou em prejuízos nas variáveis analisadas no GI. Além disso, o exercício contribuiu para a manutenção da capacidade funcional. É fundamental ressaltar a melhora clínica significativa observada, que merece investigação mais aprofundada na amostra estudada. Além disso, é necessário aprimorar o controle dos componentes fisiológicos envolvidos nas sessões de exercícios em pacientes pós-cirúrgicos visando otimizar seus efeitos na modulação autonômica.
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LUCYAVILA DE CARVALHO SOUSA CAVALCANTE
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DESLOCAMENTO ATIVO PARA A ESCOLA E FATORES ASSOCIADOS EM ESTUDANTES DE SÃO LUÍS, MARANHÃO, BRASIL
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Data : 30/04/2025
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Objetivo: Descrever os modos de deslocamento no trajeto casa-escola, rendimento escolar, distância no trajeto casa-escola, fatores intrapessoais e interpessoais, verificar o efeito do deslocamento no trajeto casa-escola no rendimento escolar e sua associação com o nível de atividade física, IMC e RCE de estudantes de São Luís, Maranhão. Materiais e Métodos: Pesquisa quantitativa, descritiva, transversal e inferencial, composta por estudantes de duas escolas privadas de São Luís. Como instrumentos de coleta de dados foram utilizados: a) questionário Transporte Ativo e Rotinas Diárias, para identificar o tipo de deslocamento, fatores sociodemográficos, fatores intrapessoais e interpessoais b) PAQ-C para avaliar o nível de atividade física; c) Relatório de notas escolares para calcular o rendimento escolar; e d) CEP dos participantes para calcular a distância do trajeto. Foram realizadas medições de IMC e RCE conforme protocolos estabelecidos pelo PROESP-BR. Os dados foram organizados no software Microsoft Excel e as análises foram feitas pelo programa IBM SPSS 25.0. Os dados foram analisados a partir da estatística descritiva. Para comparar o desempenho acadêmico entre os grupos, foi aplicado o teste Mann-Whitney U. Foram utilizados modelos de regressão logística binária para investigar a associação entre os modos de deslocamento e as variáveis nível de atividade física, IMC e RCE. Valores de p<0,05 foram considerados significativos. Resultados: A amostra foi composta por 134 estudantes de 11 a 16 anos, sendo a maioria do sexo masculino (53,7%) e com predominância de alunos do 7º ano (41,0%). Apenas 26,87% utilizavam DA para ir à escola, enquanto o automóvel foi o meio mais comum (58,2%). 70,1% consideravam possível realizar o trajeto casa-escola a pé ou de bicicleta, e 53% expressaram preferência pelo uso da bicicleta. 83,6% afirmaram que gostariam de ir a pé ou de bicicleta se seus amigos também o fizessem. 34,3% relataram o hábito de pedalar com familiares ou amigos. Estudantes com deslocamento passivo apresentaram desempenho significativamente superior em diversas disciplinas. A maioria dos participantes foi classificada como sedentária (79,9%), embora 73,1% apresentassem IMC e 92,5% apresentassem RCE dentro da zona saudável. A análise de regressão logística binária revelou que o DA está significativamente associado à menor chance de sedentarismo (OR = 0,266; p = 0,005), e o sexo feminino apresentou maior probabilidade de ser sedentário (OR = 2,659; p = 0,048). Nenhuma das variáveis analisadas mostrou associação com IMC ou RCE. Conclusão: A maioria dos estudantes utiliza meios passivos para se deslocar até a escola e a maioria utiliza o automóvel como principal meio de transporte. Apesar dos alunos que utilizam transporte passivo apresentarem rendimento escolar superior, o efeito do tipo de deslocamento sobre as notas foi pequeno. Destaca-se o alto interesse dos alunos em adotar práticas ativas de deslocamento, especialmente o uso da bicicleta, e uma forte influência do comportamento dos pares nessa decisão. Estudantes que utilizam o DA no trajeto casa-escola têm menos chance de serem sedentários. Estudantes do sexo feminino têm mais chances de serem sedentárias, independentemente da idade. O IMC e a RCE independem do tipo de deslocamento, do sexo e da idade.
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MANOEL RENATO MUNIZ FARIAS
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COMPARAÇÃO ENTRE O ESTRESSE, ANSIEDADE, DEPRESSÃO, QUALIDADE SUBJETIVA DO SONO, CRONOTIPO E SONOLÊNCIA DIURNA EM JOGADORAS DE FUTSAL E BEACH SOCCER
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Data : 29/04/2025
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Objetivo: O presente estudo tem como objetivo geral comparar a saúde mental avaliando estresse, ansiedade e depressão e o sono, por meio da qualidade subjetiva do sono, do cronotipo e da sonolência diurna, entre as participantes do Campeonato Barreirinhense de Futsal 2023 e do 1º Circuito de Beach Soccer de Clubes 2024. Materiais e Métodos: O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética do HU-UFMA (CAAE 15948719.2.0000.5086). A amostra foi composta por 28 jogadoras, sendo 14 do futsal e 14 do beach soccer, que responderam à ficha de cadastro do GPEFF/UFMA, ao questionário socioeconômico da ABEP, à escala DASS-21, aos questionários PSQI-BR e MEQ, e à Escala de Sonolência de Epworth-BR. O programa Jamovi foi usado para a análise estatística, com uso do teste de Shapiro-Wilk para verificar a normalidade dos dados, os quais foram apresentados em frequência absoluta, percentual, média, desvio padrão, mediana, valor mínimo e máximo. Para comparação entre os grupos, utilizaram-se o teste t de amostras independentes (Student) e o teste de Mann-Whitney. Resultados: As médias dos grupos de futsal e beach soccer, respectivamente, foram: idade (24,4 e 24,1 anos), massa corporal (57,4 e 59,4 kg), estatura (1,57 e 1,56 m) e IMC (23,4 e 25,1 kg/m2). A maioria das jogadoras de ambos os grupos pertence às classes sociais C e D-E, possui ensino médio completo, pratica a modalidade há mais de três anos, treina de um a dois dias por semana, com duração com mais uma e menos de duas horas por sessão. Em relação à saúde mental, as jogadoras de beach soccer apresentaram níveis mais baixos de estresse, ansiedade e depressão em comparação às jogadoras de futsal, com diferença estatisticamente significativa apenas na variável ansiedade (p=0,026); estresse (p=0,190) não apresentou diferença estatisticamente significativa e depressão (p=0,053) com tendência a significância. Na avaliação do sono, ambas as modalidades foram classificadas como de má qualidade subjetiva do sono, sendo que o grupo de beach soccer apresentou média ligeiramente melhor, porém sem diferença estatística significativa (p=0,642). Quanto ao cronotipo, ambos os grupos apresentaram tendência intermediária, também sem diferença significativa (p=0,073). Por fim, os níveis de sonolência diurna foram menores no grupo do futsal em comparação ao beach soccer, mas sem significância estatística (p=0,124). Conclusão: As jogadoras de beach soccer demonstraram melhores indicadores de saúde mental (estresse, ansiedade e depressão) quando comparadas às jogadoras de futsal. Quanto ao sono, as jogadoras do beach soccer apresentaram melhor qualidade subjetiva. O cronotipo médio foi semelhante entre os grupos (intermediário). Já a sonolência diurna foi menor entre as jogadoras de futsal. Dessa forma, a hipótese afirmativa foi parcialmente confirmada.
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ITANIO DA SILVA SOARES
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QUALIDADE DE VIDA, DO SONO E PERCEPÇÃO SUBJETIVA DA DOR E INCAPACIDADE FUNCIONAL EM PRATICANTES DE TAEKWONDO COM E SEM LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS
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Data : 18/03/2025
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Introdução: O Taekwondo é uma luta, arte marcial e esporte de combate, cuja a prática, envolve risco de ocorrência de lesões musculoesqueléticas e dor que podem influenciar a percepção de qualidade de vida dos praticantes. Objetivo: Analisar a associação entre qualidade de vida, sono e percepção subjetiva de dor em praticantes de Taekwondo com e sem lesão musculoesqueléticas. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo observacional, transversal, com uma amostra de praticantes de Taekwondo de São Luís/MA e região metropolitana. Para a coleta de dados utilizou-se o Questionário sobre Lesões na prática de LAMEC (Lutas, Artes Marciais e Esportes de Combate) - QLGSv1, com informações sociodemográficas, antropométricas, sobre a modalidade e acerca das lesões; o Questionário de qualidade de vida Medical Outcomes Study, Short Form-36 (SF-36); e o Questionário de qualidade do sono, Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI); e o Self-Estimated Functional Inability because of Pain (SEFIP-sport). Resultados: Predominaram jovens (24,0±9,7 anos de idade), homens (68,1%), residentes em São Luís (89,9%), com ensino médio completo (39,1%) e renda familiar mensal de até um salário-mínimo (30,4%) e índice de massa corporal eutrófico (23,6±5,6 kg/m2). Dentre a ocorrência de lesões (59,4%), as de joelho foram as mais relatadas (27,5%), sendo luxações (31,7%) e contusões (31,7%) as mais frequentes, ocorridas em competições (41,5%) e tempo de recuperação de até 30 dias (36,6%). A perda da mobilidade articular, de força e/ou massa muscular e aumento da fadiga foram as consequências físicas mais descritas (29,0%, 20,3% e 20,3%, respectivamente) e dentre as psicológicas, a maior parte referiu medo de sofrer novamente a lesão (52,1%). Não foi observada diferença significativa entre as dimensões da qualidade de vida e na percepção subjetiva da dor entre praticantes com e sem lesão. Contudo, os amostrados que declararam já ter sofrido lesão na prática da modalidade apresentaram significativamente maior índice na escala Global de sono [7 (2-14)] que não lesionados [5,5 (1-9)] (valor de p = 0,022). Conclusão: Não se observou associação entre lesões e menor qualidade de vida e maior percepção subjetiva da dor ou incapacidade funcional, porém, índice de qualidade do sono, na dimensão Global, apresenta associação com presença de lesões.
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THIAGO MATHEUS DA SILVA SOUSA
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EFEITOS DO TREINAMENTO RESISTIDO TIPO EXPLOSIVO DINÂMICO NA RIGIDEZ ARTERIAL E PARÂMETROS HEMODINÂMICOS EM IDOSOS
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Data : 13/03/2025
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O processo de envelhecimento promove alterações significativas na aptidão funcional de idosos. Consequentemente, os aspectos relacionados à redução na força muscular e coordenação motora podem impactar negativamente a vida cotidiana dessa população. Além disso, aumenta o risco de desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como as doenças cardiovasculares. O objetivo do presente estudo é investigar os efeitos do treinamento resistido tipo explosivo dinâmico na rigidez arterial, parâmetros hemodinâmicos e funcionais de idosos. Este estudo será do tipo experimental, com delineamento experimental com testes pré e pós-tratamento. A amostra será composta por 30 idosos sedentários, que serão randomizados em Grupo Treinamento Resistido Tipo Explosivo Dinâmico (GTRTED = 15) e Grupo Controle (GC = 15). As avaliações e os treinamentos serão realizados na academia e ginásio da Universidade Ceuma, localizado no município de São Luís Ma. Todos os indivíduos serão submetidos a avaliação da pressão arterial, frequência cardíaca, velocidade da onda de pulso (VOP) e testes funcionais antes e após 12 semanas de treinamento. O protocolo de exercício será realizado com faixas elásticas de tensão moderada (0.5mm) e terá frequência semanal de 3x (intervalo de descanso de 48h entre cada sessão na semana), totalizando 36 sessões. O programa será composto por 6 exercícios resistidos, intercalados com agachamento e sem intervalo de descanso entre as séries e exercícios. O GC não participará de nenhum programa de exercício físico supervisionado durante 12 semanas. Espera-se que após 12 semanas de treinamento resistido tipo explosivo dinâmico, ocorra melhorias significativas na rigidez arterial e nos parâmetros hemodinâmicos e funcionais da amostra investigada.
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MAYARA RAÍSSA DE MIRANDA BEZERRA
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EFEITOS DA DANÇA NA QUALIDADE DO SONO, NO NÍVEL DE ANSIEDADE, DEPRESSÃO E ESTRESSE E NA VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM MULHERES DA CIDADE DE SÃO JOÃO DOS PATOS MA
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Data : 07/03/2025
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Objetivo: Investigar os efeitos da dança na qualidade de sono, no nível de estresse, depressão, ansiedade e na variabilidade da frequência cardíaca em mulheres da cidade de São João dos Patos MA. Materiais e Métodos: Foi realizado um estudo de delineamento transversal com abordagem quali-quantitativa. Para o estudo, foram selecionadas 62 mulheres com idade entre 45 a 80 anos divididas em 2 grupos: GC (grupo de atividades do Núcleo de Esporte da UEMA) e GD: (grupo de dança da cidade de São João dos Patos-MA). Em quer o GD realizam atividades duas vezes na semana, com vários ritmos de dança. O GC realizam atividades de ginástica aeróbica, duas vezes na semana. O levantamento de dados foi através do questionário online, disponibilizado pelo Google Forms. Para a análise do sono, utilizou o questionário Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI). Para a análise da dança, foi elaborado pelas pesquisadoras um questionário para identificar o máximo de dados relacionados ao objetivo do estudo, com perguntas objetivas referente ao efeito da dança. A análise do estresse, ansiedade e depressão dos participantes foi realizada através da Escala de Ansiedade, Depressão e Estresse 21. Foi mendurada pressão arterial sistólica (PAS) e distólica (PAD). A análise da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC) foi feita através do uso do software HRVCAM para avaliação da frequência cardíaca (FC) e da variabilidade da frequência cardíaca em repouso. Resultados: O GD apresentou menores valores de FC. Entretanto, GD apresentou níveis pressóricos mais elevados de PAS em relação ao GC. Na EADS-21, o GD demonstrou na classificação ansiedade 19% e estresse 10%, além disso, tiveram um resultado expressivo nos constructos normal e poucos casos severos 2%. Por outro lado, o GC não foram observadas resultados nos constructos leve, moderado e severo. Ambos os grupos reportaram aproximadamente 7 horas de sono por noite, sem diferença significativa. Assim, o GD apresentou boa qualidade do sono com 37,9%. O GC obteve maior resultado na classificação ruim com 60%. O GD demonstrou valores maiores para as seguintes variáveis: HRV, RMSSD e pNN50, bem como, menores valores para AVNN e SDNN quando comparados com o GC. Conclusão: A prática de dança demonstra impacto na qualidade do sono, saúde emocional e na modulação autonômica, sugerindo esta abordagem para a população estudada.
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ÁVILA FABIANE DE OLIVEIRA FERNANDES
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AVALIAÇÃO DA RESPOSTA AUTONÔMICA CARDÍACA AO TREINAMENTO RESISTIDO EM MULHERES COM ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: ESTUDO PILOTO
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Data : 06/03/2025
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Objetivo: Avaliar a resposta autonômica cardíaca ao treinamento resistido em mulheres com AVE. Materiais e Métodos: Trata- se de um ensaio clínico não randomizado com amostra composta por 10 mulheres com diagnóstico de AVE, divididas em Grupo controle (GC=5) e Grupo intervenção (GI= 5). As avaliações e treinamento foram realizados de forma domiciliar das participantes. Todas foram submetidas a avaliação sociodemográfica, antropométrica, clínica, nível de atividade física (IPAQ- versão curta), qualidade de vida (SF-36), depressão, ansiedade e estresse (EADS); frequência cardíaca (FC), pressão arterial (PA) e variabilidade da frequência cardíaca (VFC) antes e após intervenção. O protocolo de exercício foi realizado 2 vezes por semana, totalizando 8 semanas. O protocolo de treinamento foi composto por cinco exercícios, utilizando Thera Band e a Escala OMNI RES para quantificar o esforço percebido. O GC não realizou nenhuma intervenção com exercícios nas 4 semanas. Resultados: Não foram encontradas diferenças significativas nos índices da VFC no pré e pós GTR: SDNN (p=0,215), RMSSD (p=0,243), LF_n.u (p=0,576), HF_n.u (p=0,573), LF/HF (p= 0,549), SD1 (p=0,275), SD2 (p=0,237) e pré e pós GC: SDNN (p=0,187); RMSSD (p=0,159), LF_n.u (p=0,882), HF_n.u (p= 0,761), LF/HF(p=0,448), SD1(p=0,208), SD2 (p= 0,297), com exceção do SD2 no T1, onde o GTR apresentou diferença significativa, com maior valor (76,3±78,8) que o GC (48,3±37,4), valor de p = 0,017. Entretanto, após 4 semanas, houve diferença significativa da FC entre os grupos GC e GTR (p=0,008) e SF- 36 na saúde mental (p=0,016). Foi encontrado no GTR correlações negativas entre depressão e vitalidade (rho -0,975 p=0,005) e estresse e saúde mental (rho:-0,975 p=0,005), correlação positiva entre nível de atividade física e estado geral de saúde (rho: 0,949, p=0,014). Conclusão: Os resultados do presente estudo demostraram que o treinamento resistido de quatro semanas em mulheres pós acidente vascular encefálico promoveu alterações na FC e SD2 da VFC. Somado a isto, correlações negativas foram observadas entre depressão e vitalidade, estresse e saúde mental, e correlações positivas entre o nível de atividade física e o estado geral de saúde, com a utilização deste tipo de treinamento físico no grupo de treinamento resistido. Recomenda- se a realização de mais estudos clínicos, para elucidar a temática.
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JEAN LUIZ SOUZA MACIEL GOMES
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VALIDAÇÃO DAS FUNCIONALIDADES DO APLICATIVO MHEALTH FOR YOU® PARA PACIENTES EM TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA
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Data : 28/02/2025
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Introdução: O câncer representa um desafio crescente para a saúde pública global, com o câncer de mama se destacando como uma das principais causas de morbidade entre as mulheres. Os avanços tecnológicos têm viabilizado o uso de aplicativos móveis de saúde como ferramentas auxiliares no manejo da doença. A maioria dos aplicativos disponíveis concentra-se na disseminação de informações sobre o câncer e seus tratamentos, enquanto poucos oferecem suporte ativo para a prática de atividade física e exercício físico durante e após o tratamento oncológico. Essa lacuna evidencia a necessidade de desenvolver e validar tecnologias que integrem funcionalidades avançadas, como o monitoramento da frequência cardíaca, fundamentais para otimizar o controle hemodinâmico durante a prática de exercícios. A incorporação dessas tecnologias pode contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes oncológicos. Objetivo: Validar as funcionalidades da frequência cardíaca no aplicativo móvel (Mhealth for You®) para pacientes em tratamento do câncer de mama. A hipótese investigada postula que há concordância estatisticamente significativa entre as medições realizadas pelo aplicativo e o método de referência. Métodos: Este estudo transversal valida as funcionalidades do aplicativo MHealth For You®. Participaram do estudo 50 mulheres adultas com câncer de mama. A frequência cardíaca foi mensurada pelo aplicativo e pelo Polar® RS800CX (Coleta 1) e, posteriormente, apenas pelo aplicativo (Coleta 2). A concordância entre os métodos foi avaliada pelo Coeficiente de Correlação Intraclasse (ICC) e pelo teste de Bland-Altman. A reprodutibilidade das medições foi analisada pelo ICC (Two-way mixed, absolute agreement ICC 2,3) em teste e reteste, com intervalo de uma semana. As Escalas de Borg e MRC foram correlacionadas às medições do aplicativo pelo teste de Spearman. As análises foram realizadas no SPSS 21.0, com nível de significância de 5% (p < 0,05). Resultados: Na Coleta 1, a concordância das medidas registradas entre o aplicativo MHealth For You® e o monitor Polar® RS800CX antes do Teste de caminhada de 6 minutos (TC6) foi excelente (ICC = 0,832 para medidas únicas; ICC = 0,908 para medidas médias), com intervalo de confiança estreito, indicando alta precisão. Após o TC6, a concordância reduziu (ICC = 0,716 e ICC = 0,835, respectivamente), mas manteve-se em nível bom a excelente. A análise de Bland-Altman revelou um viés médio de -5 bpm no pré-teste, sugerindo subestimação sistemática do aplicativo, com limites de concordância de -15 bpm a 0 bpm. No pós-teste, o viés aumentou para -20 bpm, com limites de -40 bpm a 0 bpm, indicando maior variabilidade e discrepância com o aumento da intensidade do esforço. Na Coleta 2, a reprodutibilidade das medições ao longo de duas semanas apresentou menor estabilidade (ICC = 0,297 para medidas únicas; ICC = 0,628 para medidas médias), evidenciando menor consistência das medições do aplicativo ao longo do tempo. Conclusão: Os resultados indicam que o aplicativo MHealth For You® apresenta boa concordância na aferição da frequência cardíaca em repouso e em esforços de baixa a moderada intensidade. Entretanto, sua acurácia reduz-se durante e após atividades de maior intensidade, sugerindo a necessidade de aprimoramentos na calibração dos sensores e na metodologia de medição. Sendo assim, o estudo contribui para a saúde digital ao fornecer evidências sobre a viabilidade do uso de aplicativos mHealth no monitoramento de variáveis hemodinâmicas em pacientes oncológicos.
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JHONATA BOTELHO PROTAZIO
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TRADUÇÃO, ADAPTAÇÃO TRANSCULTURAL E VALIDAÇÃO DO LOWER LIMB FUNCTIONAL INDEX COM 10 ITENS (LLFI-10) PARA BRASILEIROS COM LESÕES OSTEOMIOARTICULARES NOS MEMBROS INFERIORES
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Data : 26/02/2025
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Objetivo: Traduzir, adaptar transculturalmente e validar o Lower Limb Functional
Index com 10 itens (LLFI-10) para brasileiros com lesões osteomioarticulares nos
membros inferiores. Métodos: Trata-se de um estudo de validação de questionário.
O estudo foi composto por tradução e adaptação transcultural do LLFI-10, teste da
versão pré-final da versão adaptada do LLFI-10 para o português brasileiro, e
validação da versão final do LLFI-10 transculturalmente adaptada para o português
brasileiro. A coleta de dados foi realizada por meio de plataforma on-line, com
divulgação nas mídias sociais. Além disso, a fim de avaliar a validade do constuto,
foi utilizado a Lower Extremity Functional Scale (LEFS) e a Escala Numérica de Dor
(END). Na análise estatística, foi utilizada média e desvio padrão (dados
quantitativos) ou número e porcentagem (dados qualitativos) para os dados
descritivos. A confiabilidade teste-reteste foi avaliada por meio do coeficiente de
correlação intraclasse (CCI). Duas medidas foram usadas para avaliar o erro
inerente ao procedimento de avaliação: erro padrão da medida (EPM) e diferença
mínima detectável (DMD). Para se determinar a validade do construto, foi utilizado o
coeficiente de correlação de Spearman (rho) a fim de determinar a magnitude de
correlação entre o LLFI-10, o LEFS e a END. Para a validade da estrutura interna,
foi utilizada a análise fatorial exploratória (AFE) com implementação da análise
paralela para identificação da quantidade de domínios do LLFI-10. Os efeitos piso e
teto também foram avaliados, sendo considerados adequados quando inferior a 15%
da amostra. Resultados: Um total de 110 participantes foram incluídos. A maior
parte da amostra foi composta por mulheres, solteiras, com lesão em joelho,
principalmente dor femoropatelar. Nós testamos a estrutura com um domínio
(funcionalidade) do LLFI-10 via AFE e identificamos estrutura adequada com valores
no teste Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) = 0,91 e p valor < 0,001 no teste de esfericidade
de Bartlett. O construto do instrumento é válido, haja vista que nós identificamos
magnitude de correlação superior a 0,50 com o LEFS (construto semelhante) e entre
0,30 e 0,50 com a END (construto relacionado). A confiabilidade com valor de CCI
de 0,90 e a consistência interna com valor de alfa de Cronbach de 0,89, com
ausência de efeito piso e teto. Conclusão: A versão brasileira do LLFI-10 é uma
medida válida e confiável para avaliar a funcionalidade dos membros inferiores em
pacientes com disfunções osteomiarticulares.
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ALESSANDRO MIRANDA COELHO
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ASSOCIAÇÃO DO ÍNDICE CINTURA-ESTATURA NA FUNÇÃO AUTÔNOMICA, ÂNGULO DE FASE, COMPOSIÇÃO CORPORAL, FORÇA, NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E CONSUMO ALIMENTAR EM PACIENTES IDOSOS COM CÂNCER DE PRÓSTATA
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Data : 26/02/2025
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Introdução: O câncer de próstata é um problema de saúde pública e uma das
principais causas de doença e mortalidade entre os homens. Os tratamentos
oncológicos tendem a aumentar a sobrevida dos pacientes, contudo, os mesmos
possuem efeitos adversos, tais como a perda da massa muscular, ganho de peso
corporal e fadiga. O estilo de vida tem auxiliado na redução desses efeitos adversos,
mas há lacunas na literatura quanto ao efeito do estilo de vida nos indicadores de
saúde e a redução dos efeitos adversos em pacientes idosos com câncer de próstata,
dessa maneira o indicador relação cintura estatura (Rcest) sendo um indicador
relacionado a fatores de risco cardiometabólico e à mortalidade pode ser usado como
instrumento de avaliação da adiposidade central. Objetivo: Observar a influência do
indicador antropométrico relação cintura estatura na função autonômica, composição
corporal, antropometria, nível de atividade física, consumo alimentar e força em
homens idosos sob tratamento do câncer de próstata. Método: Trata-se de um estudo
transversal com pacientes idosos sob tratamento de câncer de próstata, os quais
foram distribuídos em dois grupos: Grupo baixo risco (GB); Grupo alto risco (GA)
classificados de acordo com indicador RCEst. As variáveis avaliadas são:
variabilidade da frequência cardíaca, composição corporal, ângulo de fase,
antropometria, consumo alimentar, força. As comparações foram avaliadas por meio
da análise do teste t de student para as variáveis com normalidade, teste U de mann
Whitney para comparar as medianas e teste Qui Quadrado. Todas as análises foram
realizadas no software Jamovi® versão 2.3.28, (p< 0,05). Resultados: O grupo risco
aumentado, comparado ao baixo risco, teve aumento nas variáveis: idade menor
(p=0,001), massa corporal maior (p=<0,01), IMC (p=<0,01), circunferência da cintura
(p=<0,01), circunferência da panturrilha (p=<0,01), RCQ (p=0,03), força (p=0,005),
percentual de gordura (p=<0,01), massa gorda (p=<0,01) e magra (p=<0,01). Em
contrapartida, as variáveis estatura, frequência cardíaca, pressão sistólica, diastólica,
ângulo de fase não apresentaram diferença significativa. Com relação ao consumo
alimentar o grupo com baixo risco, comparado ao risco aumentado, teve maior
consumo de proteína (g/Kg) (p=0,04), A quantidade de vitaminas comparadas às
Dietary Reference Intakes DRIS observa-se que as médias das vitaminas A, D, E,
B1, B2, B6 e B9 estão inferiores nos dois grupos e não apresentam significância
estatística, a vitamina C, B3 e B12 está com quantidades superior nos dois grupos e
não apresentam significância estatística. Conclusão: O estudo mostrou que o RCEst
como métrica possui boa detecção para as variáveis massa gorda e percentual de
gordura elevados. Contudo, também engloba massa magra, circunferência da
panturrilha, cintura, IMC e RCQ em pacientes em tratamento, outras variáveis de
composição corporal que pode subestimar a obesidade nesses pacientes. O consumo
alimentar ambos os grupos consomem quantidades recomendadas de acordo com as
Dietary Reference Intakes DRIS, mas ambos apresentam inadequação com os
micronutrientes.
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ANA KARINNE MORAIS CARDOSO
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RELAÇÃO ENTRE TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA E DESEMPENHO DE SALTOS VERTICAIS DE ATLETAS DE FUTEBOL CATEGORIA SUB-20
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Data : 26/02/2025
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Objetivo: Avaliar e comparar a assimetria térmica da pele e a assimetria bilateral dos membros inferiores em jogadores de futebol e indivíduos fisicamente ativos, considerando a diferença bilateral na altura do salto e a variação da temperatura da pele dos membros inferiores. Materiais e Métodos: Trata-se de uma pesquisa de caráter experimental, comparativo entre atletas treinados e sujeitos fisicamente ativos, realizada em categoria sub- 20 de um clube de futebol, em um centro de treinamento de vôlei e em uma universidade da cidade de São Luís - MA entre o período de junho/2023 a outubro de 2024, composta por participantes adultos, do sexo masculino e feminino. Foram definidos dois grupos para comparação: (1) Atletas treinados e (2) Indivíduos fisicamente ativos. Todos os sujeitos foram formalizarão sua participação nesta pesquisa mediante seu consentimento, assinado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Resultados: Participaram um total de 49 sujeitos (21,06 ± 4,00 anos; 68,32 ± 11,39 kg; 1,75 ± 0,10 m; 22,53 ± 2,23 kg/m2). Deste total, 27 atletas de futebol masculino (19,19 ± 0,79 anos; 72,84 ± 10,50 kg; 1,80 ± 0,08 m; 22,37 ± 1,78 kg/m2) que pertenciam a categoria sub-20 de um clube de futebol maranhense e 22 sujeitos fisicamente ativos (23,36 ± 5,08 anos; 65,00 ± 11,16 kg; 1,69 ± 0,08 m; 22,74 ± 2,72 kg/m2). Foi observada diferença significativa para as variáveis de salto com contramovimento unilateral (SCM-UL) direita e esquerda do grupo de treinados (SCM-UL direito 20,53 ± 3,55 cm e esquerdo 20,14 ± 3,77, respectivamente) e fisicamente ativos (11,61 ± 4,46 cm, direito e 11,23 ± 4,22, esquerdo) sendo 43,45% superior para treinados no lado direito e 44,24% no lado esquerdo comparado com o grupo fisicamente ativos. Foram encontramos diferença significativa também quando comparado ambos os lados dos grupos analisados, sendo 41,08% superior para lado dominante e 44,91% superior não dominante. Também foi encontrada diferença significativa entre os valores de SA (treinados: 38,08 ± 5,02 cm e fisicamente ativos: 23,96 ± 8,41 cm) apresentando uma diferença de 37,07 % e nos valores do SCM (Treinados: 40,34 ± 5,23cm e fisicamente ativos: 26,09 ± 9,10 cm). Já as temperaturas da pele dos membros inferiores analisadas não apresentaram diferença significativa entre os sujeitos. Conclusão: Existe assimetria de membros inferiores significativa entre jogadores de futebol e sujeitos fisicamente ativos quando utilizamos saltos verticais, porém não foram encontradas assimetrias bilaterais intra-grupos. Além disso, os valores de termografia também não apresentaram diferenças significativas de valores de temperatura média e máxima da pele dos membros inferiores de todos os sujeitos.
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DÉBORA FERREIRA MORAES GUIMARÃES
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SAÚDE MENTAL DE ADOLESCENTES ESCOLARES PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA BASEADA NO FUTSAL
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Data : 25/02/2025
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Objetivo: Identificar os indicadores de comprometimento de saúde mental entre praticantes da atividade física na modalidade futsal e não praticantes de atividade física. Materiais e Métodos: O estudo seguiu a Resolução 466/12 do CNS e foi aprovado pelo Comitê de Ética do HU-UFMA (CAAE 15948719.2.0000.5086). A amostra foi composta por 60 adolescentes escolares com 30 praticantes de atividade física da modalidade do futsal e 30 não praticantes, que se enquadraram nas classificações de crianças e adolescentes de acordo com o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Os adolescentes responderam a quatro questionários: questionário autoaplicável sobre tempo de prática, questionário Socioeconômico ABEP, Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ) e o Depression Anxiety and Stress Scale (DASS-21). O programa JAMOVI foi usado para análise estatística, com teste de Shapiro-Wilk para avaliar a normalidade dos dados que foram apresentados em frequência absoluta, percentual, média, desvio padrão, valor mínimo e valor máximo dos dados. Para a comparação entre os grupos, foi utilizado o teste t de Student e o teste de Man-Whitney e para analisar as correlações foi aplicado o teste de coeficiente de correlação de Spearman. Resultados: Entre os 60 escolares, 30 praticavam futsal e 30 não. No grupo de praticantes de futsal, os achados destacaram correlações moderadas entre estresse e ansiedade (r = 0,42, p = 0,021), estresse e capacidade/dificuldade (r = 0,43, p = 0,018) e ansiedade e capacidade/dificuldade (r = 0,62, p < 0,001), evidenciando interações importantes entre esses fatores no contexto esportivo. Por outro lado, no grupo de não praticantes, as correlações entre os indicadores de saúde mental foram consistentes e moderadas, com destaque para as associações entre estresse e ansiedade (r = 0,60, p < 0,001) e depressão e capacidade/dificuldade (r = 0,61, p < 0,001). Conclusão: Por fim, a prática de atividade física baseada no futsal entre os escolares está associada a melhores indicadores de saúde mental. O estresse, a ansiedade e a capacidade e dificuldade foram os indicadores com correlações mais forte em adolescentes que não praticam a modalidade.
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ISABELLA CRISTINA LOIOLA DE MORAES PEREIRA
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IMPACTO DO POLIMORFISMO DO GENE FTO NO PERFIL ANTROPOMÉTRICO, PRESSÃO ARTERIAL, CONSUMO ALIMENTAR E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE PACIENTES ONCOLÓGICOS EM QUIMIOTERAPIA
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Data : 19/02/2025
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Introdução: A quimioterapia traz diferentes efeitos colaterais devido à sua ação em todas as células, incluindo as saudáveis. O perfil genético, antropométrico e de comportamento alimentar podem auxiliar na avaliação e conduta de pacientes em quimioterapia. Objetivo: Relacionar os impactos do polimorfismo do gene FTO (Fat Mass and Obesity Associated) no perfil antropométrico e nutricional de pacientes oncológicos em quimioterapia. Metodologia: Este estudo observacional foi conduzido no Hospital de Câncer do Maranhão Dr. Tarquino Lopes Filho, entre maio de 2024 a setembro de 2024. Foram incluídos pacientes em tratamento quimioterápico com idade ≥ 18 anos, de ambos os sexos. Foram analisados o polimorfismo do gene FTO, a antropometria através do IMC (Índice de Massa Corporal), circunferências do pescoço (CP), cintura, quadril, panturrilha (CPant) e a Relação Cintura Quadril (RCQ), pressão arterial, Nível de atividade física e consumo alimentar. Resultados: Este estudo analisou 202 pacientes oncológicos em quimioterapia, majoritariamente mulheres (60,7%) com idade média de 55,5 anos. O câncer de mama foi o mais prevalente (24,3%), seguido por neoplasias do trato digestivo (21,3%). O IMC médio foi de 26,0 kg/m², onde 48,2% apresentaram sobrepeso ou obesidade. O risco cardiovascular (por RCQ) foi elevado em 60% dos participantes e 40,8% apresentaram risco aumentado de sarcopenia (CPant). Apenas 32,7% dos pacientes eram ativos ou muito ativos, sendo os homens mais prevalentes (p=0,048). Não foram encontradas associações significativas entre os genótipos FTO e variáveis antropométricas, de risco ou comorbidades, exceto por diferenças na CP entre os genótipos TT e AA (p=0,034) e na CPantD entre AT e AA (p=0,030). O consumo alimentar foi inadequado na maioria dos pacientes, sem relação com o FTO. A RCQ foi o fator mais relevante na diferenciação entre os genótipos de FTO. Conclusão: A análise genética não indicou associação significativa com comorbidades, classificação antropométrica, pressão arterial e nível de atividade física, no entanto observou-se diferenças significativas entre a média CP entre os Genótipos FTO TT e AA e na CPant entre AT e AA. Os hábitos alimentares inadequados entre a maioria dos pacientes, podem impactar negativamente a resposta ao tratamento.
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JODIMAR RIBEIRO DOS REIS JUNIOR
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VALIDADE ESTRUTURAL E DE CONSTRUTO DO QUESTIONÁRIO DA UNIVERSIDADE DE WASHINGTON SOBRE QUALIDADE DE VIDA PARA PACIENTES COM CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO EM PACIENTES LARINGECTOMIZADOS APÓS CANCER
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Data : 19/02/2025
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O câncer de laringe (CL) é o tipo de tumor mais comum entre a neoplasia de cabeça e de pescoço, apresentando maior incidência, principalmente, no sexo masculino, nos tabagistas e nos etilistas. Na atualidade, os tratamentos propostos para o CL são a quimioterapia, a radioterapia e, em estágios mais avançados, a laringectomia total (LT). Diante disso, o objetivo deste trabalho é avaliar a qualidade de vida dos pacientes que foram submetidos ao procedimento de LT e, ainda, validar o questionário da Universidade de Washington sobre Qualidade de Vida na amostra deste estudo. Trata-se um estudo transversal com abordagem quantitativa, que será realizado dentro de um período de 1 ano e 11 meses, no Instituto Maranhense de Oncologia Aldenora Bello (IMOAB), na cidade de São Luís, Maranhão. A coleta de dados será feita através do Questionário de Qualidade de Vida SF-36, do Questionário de Qualidade de Vida da Universidade de Washington para pacientes com câncer de cabeça e pescoço e do Questionário Validado de Performance Vocal. Espera-se, portanto, identificar os fatores que impactam na qualidade de vida dos pacientes laringectomizados, e obter por meio da validação do Questionário de Washington nos pacientes laringectomizados uma ferramenta eficaz para o profissional de saúde identificar o cenário em que esses pacientes estão inseridos após a LT.
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NARJARA MARGARIDA TEIXEIRA DE FREITAS
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PERFIL SOCIOECONÔMICO, ANTROPOMÉTRICO, DE COMPOSIÇÃO CORPORAL E QUALIDADE DE VIDA DE JOGADORAS UNIVERSITÁRIAS DE FUTSAL EM PERÍODO DE TREINAMENTO E DE COMPETIÇÃO
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Data : 13/02/2025
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Objetivo: Avaliar, em período de treinamento e em período de competição, as características socioeconômicas, antropométricas, de composição corporal, e comparar entre os períodos, a qualidade de vida das jogadoras de duas equipes de futsal feminino de São Luis, Maranhão. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo analítico, de corte prospectivo, realizado entre abril de 2023 a setembro de 2024, com o time de futsal feminino da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e com o time de futsal feminino do Júris (OAB) em período de treinamento e de competição. Foram coletadas as características antropométricas, sociodemográficas, econômicas, medidas antropométricas e de composição corporal, frequência de treinamento, Questionário sobre qualidade de vida de atletas (QQVA). Os dados foram analisados a partir do SPSS (versão 26), sendo os dados apresentados em frequência absoluta (n) e relativa (%) ou média e desvio padrão e mediana e amplitude (mínimo e máximo). As comparações entre os momentos de treino e de competição foram realizadas a partir do teste de Wilcoxon e as correlações através da correlação linear de Spearman, nível de significância de p<0,05. Resultados: Foram avaliadas 18 jogadoras de futsal feminino, com média de 30,4±7,6 anos de idade, 55,6% com ensino superior completo, pertencentes a classe social B em sua maioria (61,1%), 12,2 ±7,1 anos de tempo de treino e 10,7 ±8,1 anos de competição. As jogadoras apresentaram peso médio de 81,3 kg, altura 1,65 m, IMC de 30,0 Kg/m2, 26,0% de gordura corporal, 18,5 kg de massa gorda e 49,6 kg de massa magra. Quanto à qualidade de vida, as jogadoras apresentaram valores similares nos momentos de treinamento e competição, com resultados para os momentos de treinamento e competição, respectivamente, de 3,1 e 2,4 na dimensão Sinais e Sintomas de Supertreinamento, 3,3 e 3,2 em Condições Básicas para Saúde, 3,8 e 3,3 em Relacionamento Social no Ambiente Esportivo, 2,3 e 1,8 em Estado Emocional do Atleta, e 2,0 em ambos os momentos na dimensão Planejamento e Periodização do Treinamento Esportivo. Não houve correlação significativa entre a frequência dos treinos e qualidade de vida no momento de treinamento ou de competição. Conclusão: Os achados demonstraram valores díspares em relação ao perfil sociodemográfico e antropométrico ao observado em outros estudos conduzidos em outros estados do país. Não foram observadas diferenças nas dimensões de qualidade de vida entre os momentos de treinamento e competição ou correlação significativa com a frequência de treinamento.
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THAMYRES DA CRUZ MIRANDA
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DIAGNÓSTICO REPETIDO DE COVID-19: INFLUÊNCIA NA MODULAÇÃO AUTONÔMICA E CAPACIDADE FUNCIONAL DE PESSOAS IDOSAS
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Data : 24/01/2025
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Objetivo: Analisar a influência do número de vezes de diagnóstico de covid-19 sobre a modulação autonômica e capacidade funcional de idosos. Materiais e Métodos: Trata-se de uma estudo transversal quantitativo, que foram incluídos 38 sem covid-19 (Controle), 25 que tiveram covid-19 uma vez (C1), e 16 infectados por covid-19 duas ou mais vezes (C2+). Foi realizado anamnese, antropometria, coleta de pressão arterial, Teste de caminhada de 6 minutos, Time Up and Go eletrocardiograma de repouso. Os dados foram analisados por Kolmogorov-Smirnov, seguido de ANOVA 1 via e Tukey-Kramer Multiple Comparisons Test, com significância para p≤0.05. Resultados: Não foram encontradas diferenças entre idade, Índice de massa corporal, pressão arterial sistólica e diastólica. Nas variáveis autonômicas, houve redução dos intervalos RR (p=0.04) comparando C1 e C2+, aumento de LF/HF comparando C2+ ao grupo controle e C1 (p=0.02), redução de SD2 (p=0.01) entre C1 e C2+ quando comparados ao grupo controle, e diminuição de Alpha 1 quando comparado grupo controle aos grupos C1 e C2+ (p=0.001). Conclusão: É sugestivo que indivíduos com maior número de reinfecções podem estar sujeitos a redução da Variabilidade da Frequência Cardíaca e aumento de disfunção autonômica cardíaca. Não observamos diferença estatística para (TC6) e o (TUG) entre os grupos.
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LYRIAN LORENA FREIRE LIRA
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Tradução e adaptação transcultural do Questionário Breve de Hábitos Alimentares e Atividade Física EMOVE (Eat and Move) para pacientes submetidos a cirurgia bariátrica
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Data : 08/01/2025
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Introdução: A obesidade é um agravo associado a uma alimentação inadequada com excesso no consumo de calorias e instalação do sedentarismo. Dentre os tratamentos, a cirurgia bariátrica pode proporcionar redução na ingestão calórica, porém indivíduos submetidos ao procedimento podem recuperar o peso com o passar do tempo. Existe carência de instrumentos que avaliem, de forma fidedigna e sensível, a adesão de hábitos alimentares e de atividade física saudáveis em pacientes sob tal intervenção e sua relação com a manutenção ou redução de peso a longo prazo. Objetivo: Traduzir e adaptar o questionário breve e autoaplicável Eat and Move (EMOVE) para avaliar a adesão de hábitos alimentares saudáveis e de atividade física. Materiais e Método: Trata-se de um estudo metodológico de tradução e adaptação transcultural do questionário EMOVE, realizado no Hospital São Domingos (São Luís, Maranhão, Brasil) entre janeiro de 2022 e dezembro de 2024. A versão brasileira do questionário EMOVE foi desenvolvida seguindo a tradução (com dois tradutores brasileiros e fluência em espanhol), retrotradução (envolvendo dois tradutores com espanhol como língua materna), avaliação pré-teste com pacientes com indicação de cirurgia bariátrica, adultos, de ambos os sexos. A partir dos dados, estimou-se o percentual de entendimento do questionário. Resultados: Foram avaliados 30 pacientes, com predomínio de mulheres (76,7%), idade média de 35,9 ± 9,1 anos. Observou-se 99,1% de entendimento da versão brasileira final do questionário (EMOVE-BR). Dentre os avaliados, 93,3% mostraram hábitos de dieta e atividade física classificados como ruins, com pontuação média de 20,0±7,0 pontos no questionário EMOVE-BR. Conclusão: A versão final em português brasileiro do Questionário EMOVE apresentou nível adequado de entendimento entre os participantes.
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