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Banca de QUALIFICAÇÃO: JOCILEIDE SILVA SOUSA

2024-07-31 08:14:01.872

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOCILEIDE SILVA SOUSA
DATA: 28/08/2024
HORA: 14:00
LOCAL: https://meet.google.com/pyj-rkyk-jbw
TÍTULO: As flores e os jardineiros: os impactos da colonialidade de gênero no romance Açucena: a estranha dama, de Míriam Angelim
PALAVRAS-CHAVES: Açucena. Míriam Angelim. Patriarcado. Colonialidade/Decolonialidade
PÁGINAS: 54
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Letras
SUBÁREA: Literatura Brasileira
RESUMO: Esta pesquisa, intitulada “As flores e os jardineiros: os impactos da colonialidade de gênero no romance Açucena: a estranha dama, de Míriam Angelim”, aborda as consequências do patriarcado presente no sistema moderno/colonial de gênero na vida da personagem Açucena, no romance de Míriam Angelim. O objetivo desta proposta é debater os impactos de um sistema machista, sexista e opressor na vida dos sujeitos. Diante disso, levanta-se a seguinte questão norteadora: Como são revelados no romance Açucena: a estranha dama, de Míriam Angelim, os impactos da colonialidade de gênero? Para que esta investigação se concretize, tem-se como objetivos: verificar os impactos do sistema moderno/colonial de gênero, incluindo a família nuclear/patriarcal como fator primordial no processo de classificação e reclassificação dos sujeitos; revelar a dominação no sistema sexista, machista e patriarcal e sua contribuição para esgotamento físico e mental da personagem Açucena; e, por fim, apresentar a decolonialidade como uma práxis capaz de transcender a lógica colonial. A pesquisa em questão é de natureza básica e cunho qualitativo, desenvolvida a partir do método bibliográfico e hermenêutico, tendo como aporte teórico Quijano (1999; 2005), Mignolo (2017; 2020), Lugones (2007; 2019; 2020), Saffioti (1987; 2004), Zanello (2018), entre outros. Os resultados alcançados, até o presente momento desta pesquisa, demonstram que a família de Açucena é reflexo da sociedade em que está inserida, constituída a partir do modelo patriarcal, o que confere à mulher uma posição de subalternidade, o que legitima a dominação masculina. Convém mencionar que, para que a marginalização ocorra, dispositivos de subjetivação são construídos para atuarem na marginalização feminina, sendo assim, no decorrer deste estudo, debate-se como esse sistema leva ao esgotamento físico, emocional e psicológico dos subalternizados, focalizando principalmente nas mulheres.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2243382 - CRISTIANE NAVARRETE TOLOMEI
Interno - 1070846 - RUBENIL DA SILVA OLIVEIRA
Externo à Instituição - FLÁVIA ANDREA RODRIGUES BENFATTI - UFU

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