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Banca de QUALIFICAÇÃO: SUELLEM DE JESUS PEREIRA

2025-01-17 08:48:19.284

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SUELLEM DE JESUS PEREIRA
DATA: 24/02/2025
HORA: 14:00
LOCAL: https://meet.google.com/fvy-brdr-ggj
TÍTULO: Assembleia de Deus séc. XX em Belém (PA): A História Oficial e suas Interfaces.
PALAVRAS-CHAVES: Missionários, Assembléia de Deus, Belém
PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO: Nesta dissertação tratarei do contexto social e econômico no final do século XIX e início do XX, quando os missionários suecos pentecostais chegam na capital do Pará (Belém) em 1911, para isso utilizarei de dois jornais O Liberal do Pará e o Diário de Belém: Folha Política, Noticiosa e Comercial (PA) entre anos 1890 a 1919 e bibliografias de pesquisadores que estudaram e pesquisaram sobre esse período. Com o intuito de mostrar o outro lado discursivo e histórico da chegada dos missionários pentecostais que fundaram a Assembléia de Deus e não somente aquela narrativa enfatizada na História Oficial da Assembléia de Deus. Neste trabalho não pretendo deslegitimar ou colocar juízo de valor sobre a história oficial, mas trazer o contexto socioeconômico a qual os missionários encontraram quando desembarcaram no Belém Pará. Entendendo que o discurso de uma instituição religiosa é construída num saber e conhecimento da História Oficial (original), isto é, toda instituição religiosa se originalizou em um dado período do tempo (de um contexto histórico específico, dotado de implicações e influências externas) da história, ela formaliza através de biografias, resoluções, por livros e etc, a História da sua própria religião e acaba por invisibilizar outras narrativas referentes a ela. Utilizo o livro Arqueologia do Saber (2008) de Michel Foucault que trabalha com o termo enunciado, que seria assim, um saber formal e científico, porquanto um saber legítimo e regulador que sofreria alterações discursivas na história, assim seria possível captar as singularidades de um tema - de modo comparativo, que sofreria influências externas, seja pela política, econômica e da religião da época. Essa comparação não seria para buscar originalidade do discurso, nem para fazer emergir as influências externas, mas fazer análise comparativa do enunciado (saber), suas regularidades e particularidades.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2178433 - LYNDON DE ARAUJO SANTOS
Externo à Instituição - MOAB CESAR CARVALHO COSTA - UEMASUL
Interno - 3302016 - PATRICIA CARLA DE MELO MARTINS

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