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Banca de QUALIFICAÇÃO: GABRIELL SOEIRO ARAUJO AVELAR

2025-02-26 15:36:22.8

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GABRIELL SOEIRO ARAUJO AVELAR
DATA: 27/02/2025
HORA: 14:00
LOCAL: https://meet.google.com/nss-wzps-wbg
TÍTULO: Algodão no Vale do Itapecuru: conexões entre capitalismo e escravidão no Maranhão colonial (1755-1820)
PALAVRAS-CHAVES: Capitalismo, Escravidão, Maranhão Colonial, Plantation, Segunda Escravidão
PÁGINAS: 101
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO: A partir da segunda metade do século XVIII e início do XIX o Maranhão se torna um importante porto de desembarque de escravizados nas Américas em razão de sua inserção no mercado atlântico como fornecedor massivo de algodão para revolução industrial, recebendo 70% do total de 114mil desembarcados na nessa região no período apontado e mantendo a oferta regular desse gênero via trabalho de escravizados. Para atender a essa demanda sem precedentes a plantation escravista algodoeira maranhense se desenvolverá principalmente na ribeira do rio Itapecuru e a reprodução sistemática dessas unidades produtivas se manifesta nas formas de apropriação do espaço e exploração do trabalho escravo cada vez mais intensas caracterizados pela “segunda escravidão” segundo Tomich (2015). O objetivo da pesquisa é analisar o perfil da plantation algodoeira maranhense no início do século XIX fazendo as conexões entre capitalismo e escravidão, considerando os agentes históricos, estratégias de ocupação do espaço, lógicas de produção, relações de poder e percepções frente ao mundo atlântico que caracterizam a paisagem da plantation do algodão maranhense. Para investigar o perfil dessa unidade produtiva por meio da história global analisaremos a mesma em sua dimensão espacial e o contexto dos eventos atlânticos que a influenciaram. Além disso pretendemos entender a atuação de agentes locais e da Companhia Geral de Comercio do Grão-Pará e Maranhão, por meio da investigação de dados burocráticos, correspondências oficiais e principalmente o relato dos cronistas das duas primeiras décadas do século XIX que podem nos ajudar a traçar as particularidades da paisagem da plantation de algodão maranhense na ribeira do Itapecuru.
MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1852177 - LUIZ ALBERTO ALVES COUCEIRO
Interno - 1818212 - POLLYANNA GOUVEIA MENDONCA MUNIZ
Externo à Instituição - REJANE VALVANO CORREA DA SILVA - UFRJ

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