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Banca de DEFESA: RUAN MATHEUS MARTINS COSTA

2026-02-24 15:20:45.449

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RUAN MATHEUS MARTINS COSTA
DATA: 27/03/2026
HORA: 14:00
TÍTULO: A Festa da Juçara no Maracanã: reunindo tradições e identidades sob a perspectiva do patrimônio imaterial (1971-1985).
PALAVRAS-CHAVES: Maracanã; Festa da Juçara; Tradição; Patrimônio imaterial; Jornais.
PÁGINAS: 256
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO: O bairro do Maracanã está situado na zona rural de São Luís do Maranhão, considerado um dos bairros mais antigos da capital. A comunidade do Maracanã foi sendo conhecida popularmente como espaço de realização de diferentes manifestações culturais, dentre as quais se destaca a Festa da Juçara, realizada desde a década de 1970. Neste estudo buscou-se analisar a Festa da Juçara no Maracanã como patrimônio imaterial e a construção dessa tradição no cenário cultural da identidade maranhense entre os anos de 1971 a 1985, buscando contemplar a abordagem da História Oral para a análise envolta das memórias e relações identitárias com o festejo atualmente. A abordagem metodológica adotada perpassou, impreterivelmente, pela realização de: pesquisa bibliográfica, com o levantamento de produções acadêmicas em artigos, livros e capítulos de livros, dissertações, teses, entre outros; a pesquisa documental, realizada com base nos registros do Arquivo Público, nos jornais O Imparcial e Jornal do Dia/O Estado do Maranhão da Biblioteca Benedito Leite, assim como os documentos disponibilizados pelo Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). Abordou-se também a metodologia da História Oral, contemplando as narrativas dos interlocutores como formas de testemunhos de vida, sendo o público deste estudo os comerciantes da festa, destacando esses enunciados com o cruzamento das fontes escritas para a tessitura desse festejo no passado e no presente. Partindo da premissa que diferentes espaços festivos de menor projeção midiática se veem ameaçados diante do avanço do capitalismo, seria impreciso dizer que estão fadados a desaparecerem. Por este motivo, dialoga-se com o conjunto de autores ligados aos “Estudos Subalternos”. Destaca-se dessa tendência historiográfica os estudiosos indianos: Dipesh Chakrabarty, Partha Chatterjee, Ranajit Guha, David Hardiman, Sudipta Kaviraj, Gyanedra Pandey e Gyan Prakash. Esses autores propiciam reflexões teóricas para se pensar a agência de indivíduos/grupos subalternizados – e aqui considero também enfatizar uma representatividade cultural subalternizada, porém transformada diante do ditame do grande capital –, face à contestação de uma história vista sob a perspectiva nacional e universalista.
MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1896519 - ANTONIO ALEXANDRE ISIDIO CARDOSO
Externo ao Programa - 1233753 - CAROLINA CHRISTIANE DE SOUZA MARTINS
Externo à Instituição - LÍVIA NASCIMENTO MONTEIRO - UNIFAL-MG
Presidente - 1753658 - MARIA IZABEL BARBOZA DE MORAIS OLIVEIRA

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