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Banca de DEFESA: LUANA MARA PEREIRA

2026-06-03 08:28:18.566

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUANA MARA PEREIRA
DATA: 30/06/2026
HORA: 14:00
TÍTULO: Miolo de boi: um corpo brincante entre espiritualidade, sociabilidade e modos de existência no bumba meu boi do Maranhão
PALAVRAS-CHAVES: Bumba meu boi; Corpo brincante; Espiritualidade; Sociabilidade; Modos de existência.Palavras-chave: Bumba meu boi; Corpo brincante; Espiritualidade; Sociabilidade;
PÁGINAS: 359
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: História
RESUMO: A presente tese desenvolve uma investigação sobre corpo, espiritualidade, sociabilidade e modos de existência no bumba meu boi maranhense a partir da figura do/a miolo/a do grupo de Bumba Meu Boi de Maracanã. O objetivo da pesquisa consiste em compreender as trajetórias, experiências e critérios de legitimação dos sujeitos ritualmente autorizados a ocupar o lugar de miolo do boi, atentando também para seus marcadores sociais de classe, raça, gênero e suas condições materiais de existência. Metodologicamente, a pesquisadora assume a postura de artesã intelectual proposta por Mills (2009) e adota a proposta metodológica de bricolagem proposta por Fortin (2009), articulando história oral, história antropológica, história do tempo presente e trabalho de campo continuado realizado desde 2016 junto a brincantes do Boi de Maracanã. Partindo da trajetória de encontro da pesquisadora com a brincadeira e em diálogo com Lévi-Strauss (1975), Merleau-Ponty (2004; 2011), Turner (1974; 2005; 2008), Eliade (1992), Latour (2008), Tsing (2015), Veyne (1983), Goldman (2014), Becker (2008; 2010), Bourdieu (1996), Velho (1981), Bispo (2015), Maggie (2001), Davis (2016) e Das (2011), o trabalho compreende o bumba meu boi como uma ampla rede relacional na qual corpos, objetos, entidades espirituais, sons e territorialidade se relacionam e produzem experiências coletivas de pertencimento, memória e espiritualidade. Nesse contexto, a relação entre o/a miolo/a e a capoeira do boi torna-se central para a pesquisa, uma vez que o boi emerge da união entre corpo humano, máscara ritual e experiência espiritual compartilhada. A partir das entrevistas com os interlocutores — André, Fernandinho, Joyce, Humberto, Dona Dudu e Lucas — a tese analisa essas narrativas a partir dos pilares de prestígio, status, relações de poder e modos de existência. A pesquisa tem como marco temporal as primeiras décadas do século 21, contudo, eventualmente recua alguns anos na medida em que opera com as significações que os agentes pesquisados conferem às suas trajetórias a partir da existência como miolo de boi. Palavras-chave: Bumba meu boi; Corpo brincante; Espiritualidade; Sociabilidade; Modos de existência.A presente tese desenvolve uma investigação sobre corpo, espiritualidade, sociabilidade e modos de existência no bumba meu boi maranhense a partir da figura do/a miolo/a do grupo de Bumba Meu Boi de Maracanã. O objetivo da pesquisa consiste em compreender as trajetórias, experiências e critérios de legitimação dos sujeitos ritualmente autorizados a ocupar o lugar de miolo do boi, atentando também para seus marcadores sociais de classe, raça, gênero e suas condições materiais de existência. Metodologicamente, a pesquisadora assume a postura de artesã intelectual proposta por Mills (2009) e adota a proposta metodológica de bricolagem proposta por Fortin (2009), articulando história oral, história antropológica, história do tempo presente e trabalho de campo continuado realizado desde 2016 junto a brincantes do Boi de Maracanã. Partindo da trajetória de encontro da pesquisadora com a brincadeira e em diálogo com Lévi-Strauss (1975), Merleau-Ponty (2004; 2011), Turner (1974; 2005; 2008), Eliade (1992), Latour (2008), Tsing (2015), Veyne (1983), Goldman (2014), Becker (2008; 2010), Bourdieu (1996), Velho (1981), Bispo (2015), Maggie (2001), Davis (2016) e Das (2011), o trabalho compreende o bumba meu boi como uma ampla rede relacional na qual corpos, objetos, entidades espirituais, sons e territorialidade se relacionam e produzem experiências coletivas de pertencimento, memória e espiritualidade. Nesse contexto, a relação entre o/a miolo/a e a capoeira do boi torna-se central para a pesquisa, uma vez que o boi emerge da união entre corpo humano, máscara ritual e experiência espiritual compartilhada. A partir das entrevistas com os interlocutores — André, Fernandinho, Joyce, Humberto, Dona Dudu e Lucas — a tese analisa essas narrativas a partir dos pilares de prestígio, status, relações de poder e modos de existência. A pesquisa tem como marco temporal as primeiras décadas do século 21, contudo, eventualmente recua alguns anos na medida em que opera com as significações que os agentes pesquisados conferem às suas trajetórias a partir da existência como miolo de boi.
MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1357745 - ANA SOCORRO RAMOS BRAGA
Externo à Instituição - ANDRÉA LÚCIA DA SILVA DE PAIVA - UFF
Presidente - 079.986.057-31 - LUIZ ALBERTO ALVES COUCEIRO
Interno - 2178433 - LYNDON DE ARAUJO SANTOS
Externo à Instituição - REJANE VALVANO CORREA DA SILVA - UFRJ

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