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Banca de DEFESA: WERNILDES DE JESUS CUNHA SANTOS

2026-08-24 19:08:01.381

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: WERNILDES DE JESUS CUNHA SANTOS
DATA: 21/09/2026
HORA: 14:30
LOCAL: SALA DE DEFESA, BLOCO A, SALA 203, CCSo
TÍTULO: INTERFACES ENTRE OS PROFESSORES DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E OS PROFESSORES DA SALA COMUM: uma proposta de formação para o ensino de estudantes com Transtorno do Espectro Autista-TEA
PALAVRAS-CHAVES: Ensino colaborativo. Transtorno do Espectro Autista. Professores. Sala de Recursos Multifuncionais.
PÁGINAS: 144
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
RESUMO: O cenário educacional evidencia o compromisso com o processo de inclusão de todos os estudantes, em especial daqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo investigar as interfaces entre a atuação de professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e de professoras da sala comum para o ensino de estudantes com TEA, com vistas à elaboração de um Guia de Orientações. Partiu-se do seguinte problema: de que maneira as interfaces entre esses dois grupos de professoras podem ser investigadas de modo a subsidiar, de forma colaborativa, uma proposta de formação para o ensino de estudantes com TEA? Fundamentada nos pressupostos do ensino colaborativo (Friend; Cook, 2010; Mendes; Vilaronga; Zerbato, 2014), a pesquisa se configura como de natureza aplicada, de abordagem qualitativa e de procedimento do tipo intervenção pedagógica. Participaram do estudo cinco professoras de uma escola pública de Educação Infantil do município de São Luís–MA, sendo três atuantes na sala comum e duas na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), todas atuando com crianças com TEA. Os dados foram coletados por meio de entrevista semiestruturada e de questionário do tipo sim/não. Os resultados evidenciam que a interface entre a professora do AEE e a professora da sala comum se configura como prática pedagógica potente quando deixa o campo do discurso e passa a ser operacionalizada por meio de acordos claros, tempo institucional e recursos compartilhados, em prol da melhor resposta educativa às crianças com TEA. Conclui-se que a inclusão escolar dessas crianças não se efetiva pela ação isolada de uma professora, mas pela soma intencional de saberes distintos que se complementam em prol de um objetivo comum. Como contribuição, a pesquisa colaborou com a formação das professoras que atuam com crianças com TEA, tanto na sala comum quanto na SRM, por meio da adoção de metodologias voltadas ao ensino colaborativo em uma escola de Educação Infantil da rede municipal de São Luís–MA.
MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2146268 - FRANCISCA MORAIS DA SILVEIRA
Presidente - 2416039 - LIVIA DA CONCEICAO COSTA ZAQUEU
Externo ao Programa - 2560799 - THELMA HELENA COSTA CHAHINI

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