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Banca de DEFESA: PAULO CESAR ALVES DE CARVALHO

2026-09-11 16:58:27.887

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: PAULO CESAR ALVES DE CARVALHO
DATA: 08/10/2026
HORA: 14:30
LOCAL: SALA DE DEFESA, BLOCO A, SALA 203, CCSo
TÍTULO: FITOMORFA E FLORAL EM AZULEJOS DO SÉCULOS XVIII E XIX: uma intervenção artístico-pedagógica no Colégio Universitário
PALAVRAS-CHAVES: Arte/Educação; Azulejaria; Interdisciplinaridade; Patrimônio Cultural; Experiência Fitomorfa.
PÁGINAS: 223
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
RESUMO: A pesquisa “FITOMORFA E FLORAL EM AZULEJOS DO SÉCULOS XVIII E XIX: uma intervenção artístico-pedagógica no Colégio Universitário” teve como objetivo analisar comparativamente registros de imagens vegetalistas produzidos no século XVII sobre a flora maranhense e padrões taxonômicos presentes nos azulejos coloniais dos séculos XVIII e XIX encontrados no Maranhão, articulando a interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade como estratégias didático-pedagógicas no ensino de Arte. Desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Ensino da Educação Básica (PPGEEB/UFMA), a investigação resultou na elaboração do Produto Didático intitulado Cartilha do Azulejo, utilizado em uma intervenção artístico-pedagógica no Colégio Universitário (COLUN), com a participação de professores do nono ano da Educação Básica. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, fundamentada na Pesquisa-Ação, e foi estruturada em duas etapas: Oficina de Desenho Vegetalista e Oficina de Manufatura Azulejar em Cerâmica Vitrificada. O processo formativo integrou conhecimentos das Artes Visuais, Música, Dança, Teatro e Ciências Naturais, promovendo experiências bidimensionais e tridimensionais na criação de azulejos autorais, a partir da releitura de elementos botânicos presentes em registros históricos. O referencial teórico fundamentou-se em autores dos campos da Arte/Educação, História da Arte, Pedagogia e Filosofia, com destaque para a Abordagem Triangular, de Ana Mae Barbosa, e para a perspectiva dialógica de Mikhail Bakhtin, articulando o fazer artístico, a fruição e a contextualização como eixos metodológicos. Os resultados evidenciaram que o azulejo, compreendido como artefato histórico e cultural, pode constituir-se em um dispositivo formativo capaz de integrar memória, ciência e criação artística, fortalecendo práticas pedagógicas interdisciplinares e favorecendo o protagonismo docente. Conclui-se que a experiência desenvolvida ultrapassou a dimensão técnica da produção cerâmica, configurando-se como uma intervenção educativa que ressignificou o patrimônio azulejar no contexto escolar e consolidou a Cartilha do Azulejo como instrumento de continuidade pedagógica e de valorização da identidade cultural maranhense
MEMBROS DA BANCA:
Interno - 3441936 - LUIS FELIX DE BARROS VIEIRA ROCHA
Presidente - 2735700 - MAIRA TERESA GONCALVES ROCHA
Externo à Instituição - MONICA RODRIGUES DE FARIAS - UFMA

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